UAI

Thais Carla é investigada por jogos de azar; veja decisão da polícia

Polícia Civil concluiu que não houve crime na publicidade feita pela influenciadora

Thais Carla Reprodução Instagram
Thais Carla é alvo de investigação após divulgar plataformas de jogos de azar nas redes sociais
Redação Entretenimento clock 13/08/2026 12:06
compartilhe icone facebook icone twitter icone whatsapp SIGA NO google-news

 

Thais Carla entrou no radar de uma investigação policial após divulgar plataformas de jogos de azar em suas redes sociais. O caso começou na Bahia a partir de uma denúncia apresentada em 2024, que levantou suspeitas sobre possível exploração de jogos de azar e eventual prática de estelionato.

Leia Mais

 

A apuração ficou sob responsabilidade da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), que finalizou o procedimento em 26 de junho. Conforme o relatório, a influenciadora teria feito publicidade para duas plataformas. Uma delas possuía autorização regular para operar, enquanto a outra foi divulgada antes da entrada em vigor de uma portaria que estabeleceu novas restrições administrativas para a promoção de jogos pela internet.

 

Na conclusão da investigação, a Polícia Civil entendeu que a divulgação realizada por Thais Carla não configurava publicidade ilícita ou prática criminosa, considerando que havia autorização estatal relacionada às atividades. O documento também apontou que não foram encontradas condutas atribuíveis à influenciadora que caracterizassem estelionato.

 

Depois da conclusão policial, o procedimento foi encaminhado ao Ministério Público da Bahia. A promotora de Justiça Lolita Macedo Lessa apontou que a Justiça baiana não seria competente para analisar o caso e determinou o envio dos autos para uma Vara Criminal de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, seguindo a regra de competência aplicável quando não é possível estabelecer o local da suposta infração.

 

A Justiça acolheu a manifestação do Ministério Público e, na terça-feira (11/08), os autos foram encaminhados ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Agora, um juiz deverá avaliar se a vara de Nova Iguaçu é competente para tratar do procedimento. Na sequência, o Ministério Público fluminense poderá solicitar novas providências ou defender o arquivamento.

 

Com a conclusão favorável da DRCC, a tendência é que o relatório policial tenha peso importante na definição dos próximos passos. Caso o entendimento seja mantido, o procedimento poderá ser encerrado sem responsabilização criminal de Thais Carla.

compartilhe icone facebook icone twitter icone whatsapp
x