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Maíra Cardi joga refrigerante de Thiago Nigro no lixo e expõe regra rígida

Influenciadora citou a morte de uma criança por obesidade e reforçou as regras alimentares que adota dentro de casa

Maíra Cardi Reprodução
Maíra Cardi revelou que jogou fora um refrigerante que chegou em um pedido feito por Thiago Nigro e explicou os motivos da decisão
Redação Entretenimento clock 09/07/2026 08:35
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Maíra Cardi voltou a defender publicamente os hábitos alimentares que segue com a família. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a influenciadora comentou a morte de Casper O'Brien, menino norte-americano que pesava cerca de 116 quilos aos 7 anos e faleceu, em novembro do ano passado, devido a complicações relacionadas à obesidade mórbida.

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Ao abordar o caso, Maíra fez um alerta aos seguidores sobre os riscos da alimentação inadequada e aproveitou para relatar uma situação recente envolvendo o marido, Thiago Nigro. Segundo ela, determinados produtos não são permitidos dentro de casa por uma questão de saúde e exemplo para os filhos.

 

Durante o relato, a empresária contou que descartou uma lata de refrigerante que chegou junto com um pedido de delivery feito pelo companheiro: "Aqui na minha casa não entra açúcar de forma alguma, não entra refrigerante de forma alguma. Vou dar um exemplo para vocês: outro dia o Thiago pediu Outback. Ele é adulto, ele faz o que ele quiser da vida dele fora da minha casa, aqui dentro não. Pra dar exemplo pros meus filhos não. E aí veio, é... Um refrigerante dentro do negócio. Aí eu falei: 'Com certeza está errado, você não pediu né, meu amor?' Eu acho que ele tinha pedido. Não, não foi uma hipótese eu tirar da sacola, foi pro lixo direto."

 

 

 

A influenciadora afirmou que a decisão faz parte da forma como conduz a alimentação da família e destacou que busca incentivar escolhas consideradas mais saudáveis dentro do ambiente doméstico.

 

Na sequência, Maíra também respondeu às críticas que costuma receber por sua postura mais rígida em relação à comida. Para ela, a medida representa um cuidado com o bem-estar dos familiares e não um excesso de controle.

 

"E aí esse tipo de atitude, antigamente as pessoas falavam: 'Nossa, que absurdo, coitado, que terrorismo'. Pra mim, dar uma lata de refrigerante pro meu marido é saber que eu estou diminuindo o tempo de vida dele. Você acha mesmo que eu quero isso? Que eu quero que as minhas filhas tenham menos tempo de pai? Se quiserem me chamar de terrorista alimentar por conta disso, de doida, do que quer que seja, pode chamar. Eu tenho pena no fundo, porque as pessoas não têm a menor consciência do dano disso", declarou.

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