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Contratos publicitários estavam preparados para uma possível conquista da Seleção, mas a eliminação para a Noruega transformou a estratégia em alvo de críticas
Reprodução Instagram
Antes mesmo de a bola rolar na fase decisiva da Copa do Mundo, Neymar já havia firmado contratos voltados para campanhas publicitárias que seriam lançadas caso a Seleção Brasileira conquistasse o tão sonhado hexacampeonato. De acordo com o Diário do Centro do Mundo, as ações estavam prontas para entrar em circulação imediatamente após um eventual título, mas a eliminação diante da Noruega mudou completamente o cenário.
No mercado publicitário, esse tipo de planejamento é considerado comum. Empresas costumam desenvolver campanhas antecipadamente para aproveitar o impacto de grandes conquistas esportivas. No entanto, a derrota do Brasil por 2 a 1 nas oitavas de final fez com que a estratégia passasse a ser vista por parte do público como um excesso de confiança.
Dentro de campo, a Seleção Brasileira não correspondeu às expectativas e acabou eliminada de forma precoce. Neymar marcou o único gol da equipe, mas também foi criticado após provocar o goleiro Orjan Nyland antes da cobrança do pênalti desperdiçada por Bruno Guimarães. O atacante ainda se envolveu em uma confusão nos minutos finais da partida, ampliando a repercussão negativa.
A eliminação ganhou ainda mais peso pelo contraste entre a preparação comercial e o desempenho esportivo. Enquanto campanhas estavam prontas para celebrar um possível título, o Brasil deixou a competição mais cedo do que o esperado, alimentando debates sobre a postura da equipe e o excesso de expectativa criado antes da definição em campo.
Embora a antecipação de campanhas seja uma prática recorrente no marketing esportivo, o episódio acabou reforçando críticas à imagem construída em torno de Neymar e da Seleção Brasileira. Para muitos torcedores, a derrota para uma Noruega organizada, liderada por Erling Haaland, tornou a existência desses contratos um símbolo da distância entre a confiança projetada fora das quatro linhas e o resultado obtido dentro delas.
Mesmo após o revés, Neymar continua sendo um dos atletas de maior força comercial do país. Ainda assim, o caso reacendeu discussões sobre o equilíbrio entre a construção de uma marca e o desempenho esportivo, mostrando que, no futebol, nenhum planejamento publicitário é capaz de substituir o que acontece dentro de campo.