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Camila Queiroz explica decisão que tomou pensando no futuro da filha

Atriz contou por que decidiu armazenar células-tronco de Clara e destacou os possíveis benefícios do procedimento para o futuro

Camila Queiroz Reprodução Instagram
Camila Queiroz explica por que congelou células-tronco da filha
Redação Entretenimento clock 08/07/2026 08:07
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atriz Camila Queiroz compartilhou com os seguidores um detalhe importante sobre os cuidados com a filha, Clara, nascida em dezembro de 2025. Em publicação feita nas redes sociais nesta terça-feira (7), a artista revelou que optou por armazenar as células-tronco da bebê, explicando que a decisão foi tomada como uma forma de investir em possíveis alternativas de tratamento caso a menina enfrente problemas de saúde no futuro.

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Ao comentar o assunto, Camila contou que o interesse pelo tema surgiu ainda antes de se tornar mãe, mas ganhou força durante a gestação. Segundo ela, a busca por informações foi intensa para entender melhor os benefícios do procedimento. "Comecei a pesquisar muito sobre a coleta das células-tronco do bebê e os benefícios disso", disse.

 

A atriz também revelou que conversou diversas vezes com sua obstetra antes de tomar a decisão e destacou que procurou embasamento científico sobre o tema. "Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei pra caramba, e ela sempre me dava respostas muito otimistas, muito positivas, inclusive sobre estudos que ainda continuam acontecendo. Hoje, a gente já tem milhares de transplantes que foram realizados e diversas aplicações das células-tronco", explicou a famosa.

 

Camila afirmou que ela e o marido, o ator Klebber Toledo, avaliaram cuidadosamente a escolha antes do nascimento da filha. "Para nós, foi uma escolha muito consciente, muito pensada e pensando principalmente no futuro da Clara. Mamães e papais que estão agora nesse momento de tomar essa decisão, deem uma pesquisada, perguntem para a obstetra de vocês, se informem mais", ponderou.

 

Por fim, a atriz esclareceu que a coleta aconteceu logo após o parto, utilizando o sangue e o tecido do cordão umbilical, que normalmente seriam descartados. Ela reforçou que o procedimento é rápido e não causa desconforto para mãe ou bebê. "É um processo muito simples, muito seguro, não tem risco nenhum nem para a mamãe, nem para o bebê. Eu praticamente nem vi a pessoa fazendo essa coleta", completou.

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