Maiara surge de 'cara limpa' e fãs pedem internação imediata da artista
Empresa que administrava a carreira da dupla sertaneja acusa os artistas de injúria, calúnia e difamação em disputa milionária levada à Justiça.
Reprodução TV Globo A dupla sertaneja Matheus e Kauan passou a enfrentar uma disputa na esfera criminal após ser alvo de uma queixa-crime apresentada pela PLL Participações e Empreendimentos.
A empresa, representada pelos sócios Pablo Linhares Borges e Lucas Linhares Borges, acusa os cantores dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
De acordo com informações da colunista Fábia Oliveira, a ação foi protocolada em maio deste ano. No processo, a PLL afirma que era responsável pela gestão digital e comercial da carreira dos artistas e revela que também trava uma disputa empresarial milionária com a dupla em razão de supostos descumprimentos contratuais.
Segundo a queixa-crime, após o início do conflito empresarial, Matheus e Kauan teriam promovido uma campanha para desgastar a imagem da empresa e de seus sócios.
A PLL sustenta que as declarações atribuídas aos artistas teriam atingido tanto a reputação profissional quanto a esfera pessoal dos empresários, motivo pelo qual decidiu recorrer à Justiça na área criminal.
De acordo com o processo, Matheus teria enviado mensagens para a esposa de um dos sócios da empresa, nas quais o acusaria, de forma falsa, de manter relacionamentos extraconjugais e de exibir outras mulheres como "troféus".
A empresa também afirma que o cantor gravou vídeos acusando os sócios de comprarem páginas em redes sociais e utilizarem robôs e perfis falsos com o objetivo de prejudicar a imagem pública da dupla sertaneja.
A PLL nega todas essas acusações e afirma que as declarações teriam causado danos à reputação dos empresários e da empresa.
Ainda segundo a queixa-crime, Kauan teria feito declarações insinuando a existência de irregularidades envolvendo a empresa.
A ação afirma que o cantor associou os sócios da PLL a suspeitas de natureza ilícita, além de acusá-los de infidelidade e declarar que a empresa funcionaria como uma "fachada para outros negócios".
Para a autora da ação, as manifestações extrapolaram o direito à crítica e configurariam crimes contra a honra.
Na queixa-crime apresentada à Justiça, a PLL Participações e Empreendimentos solicita a condenação de Matheus e Kauan pelos supostos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Até o momento, as acusações representam a versão apresentada pela empresa autora da ação. O processo seguirá sua tramitação, garantindo aos cantores o direito à ampla defesa e ao contraditório antes de qualquer decisão judicial.