Maiara surge de 'cara limpa' e fãs pedem internação imediata da artista
Luciano Braga Simplício pede indenização e acusa as emissoras de ampliarem a exposição do caso que ganhou repercussão nacional em 2025.
Reprodução Internet O nome do padre Luciano Braga Simplício voltou aos holofotes após o sacerdote mover ações judiciais emissoras brasileiras, como a TV Globo.
Ele acusa as emissoras de terem ampliado a repercussão de um episódio que viralizou nas redes sociais e pede indenização por danos morais, além da retirada de conteúdos relacionados ao caso.
Com a nova disputa na Justiça, o vídeo que tornou o religioso conhecido nacionalmente voltou a circular na internet e reacendeu a curiosidade sobre o que realmente aconteceu.
O caso aconteceu em outubro do ano passado, na cidade de Nova Maringá, no interior de Mato Grosso.
Segundo relatos divulgados na época, a noiva de um fiel teria sido vista entrando, durante a madrugada, na casa paroquial onde morava o padre Luciano Braga Simplício. O noivo, que estava viajando, teria sido avisado por moradores sobre a presença da mulher no local.
Pouco depois, imagens do episódio passaram a circular nas redes sociais e rapidamente ganharam repercussão em todo o país, alimentando especulações sobre a relação entre os dois.
Desde que o caso veio à tona, Luciano Braga Simplício negou qualquer envolvimento amoroso ou íntimo com a mulher.
Na ação apresentada à Justiça, a defesa do sacerdote afirma que toda a situação foi fruto de um mal-entendido e que a ampla divulgação das imagens provocou um intenso "linchamento virtual", afetando sua reputação, sua vida pessoal e seu trabalho religioso.
"Ele passou a ter uma vida ruim com a exposição em massa de um mal-entendido", afirmam os advogados na ação. A defesa também sustenta que, desde então, o padre passou a ser frequentemente reconhecido e abordado por causa da repercussão do episódio.
Após a divulgação das imagens, a Diocese de Diamantino informou que instaurou uma investigação canônica para apurar a conduta do sacerdote.
Na ocasião, a instituição declarou que seguiria os procedimentos previstos pelo Direito Canônico e pediu cautela até a conclusão da apuração interna.
No novo desdobramento do caso, Luciano Braga Simplício ingressou com ações contra a Globo e a Record.
Segundo a defesa, a cobertura jornalística teria ultrapassado o dever de informar e contribuído para a exposição excessiva do sacerdote, intensificando ataques virtuais e causando danos à sua imagem.
O padre pede uma indenização de R$ 300 mil por danos morais, além da remoção dos conteúdos publicados. Em primeira instância, a 2ª Vara de Justiça de São José de Rio Claro (MT) determinou a retirada dos vídeos das redes sociais das emissoras e proibiu novas divulgações sobre o caso. A Globo recorreu da decisão, alegando que a medida configurava censura prévia e violava a liberdade de imprensa.
Posteriormente, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso acolheu parcialmente o recurso e revogou a liminar em relação à emissora. O mérito da ação ainda será analisado pela Justiça.
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