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Carcereira presa por transar com detento se pronuncia após vídeo viralizar

A brasileira Linda de Sousa Abreu foi demitida e condenada a 15 meses de prisão pelo ato

A brasileira Linda de Sousa Abreu foi demitida e condenada a 15 meses de prisão pelo ato Reprodução
Carcereira presa por transar com detento se pronuncia após vídeo viralizar
Redação Entretenimento clock 27/05/2026 15:01
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A brasileira Linda de Sousa Abreu comentou publicamente o escândalo que ganhou repercussão internacional após o vazamento de um vídeo íntimo envolvendo um detento de uma prisão na Inglaterra. Em entrevista concedida ao tabloide britânico The Sun, ela afirmou sentir vergonha pelo ocorrido e falou sobre as consequências que enfrentou desde então.

 

O caso veio à tona em 2024, quando imagens mostrando Linda em momentos íntimos com o preso Linton Weirich passaram a circular nas redes sociais. Na época, ela trabalhava como agente penitenciária na Prisão de Wandsworth, em Londres.

 

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Após a repercussão, a brasileira acabou demitida e posteriormente condenada a 15 meses de prisão. Durante a entrevista, Linda contou que conheceu Linton enquanto atuava no sistema prisional e afirmou se arrepender do envolvimento.

 

“Todo mundo estava fazendo alguma coisa. Me arrependo de tudo que fiz. Estou extremamente envergonhada”, declarou.

 

 

Ela também revelou que, paralelamente ao trabalho como carcereira, produzia conteúdo adulto para plataformas online. Apesar disso, negou ter cometido outras infrações durante o período em que trabalhou na penitenciária.

 

“A polícia ficou com meu telefone por mais de um ano. Tudo aquilo de que fui acusada foi aquilo pelo qual fui considerada culpada, que foi um relacionamento impróprio com Linton”, explicou.

 

 

Na sequência, Linda reforçou que o relacionamento com o detento foi o único ato irregular pelo qual respondeu judicialmente.

 

“A culpa foi minha e foi por isso que me senti culpada, e não passou disso. Eu transei com alguém com quem não deveria ter transado e tínhamos um relacionamento normal, mas não fiz nada além disso”, afirmou.

 

 

Condenada no ano passado, a ex-agente penitenciária cumpriu cinco meses na HMP Bronzefield antes de deixar a prisão utilizando tornozeleira eletrônica. Desde então, segundo ela, a prioridade tem sido reconstruir a própria vida de maneira reservada.

 

“Tenho levado uma vida discreta. Só quero seguir em frente com a minha vida. Quero continuar sendo uma boa mãe para o meu filho”, concluiu. 

 

 

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