reprodução Instagram Juliano Cazarré reage a críticas e vê projeto masculino crescer após polêmica
Redação Entretenimento
27/04/2026 11:59
Em meio à repercussão negativa envolvendo o evento "Farol & A Forja", o
ator Juliano Cazarré veio a público na sexta-feira (24) para comentar o assunto. O posicionamento foi feito por meio de um vídeo divulgado em seu perfil no Instagram, após o projeto voltado ao público masculino virar alvo de críticas.
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Além disso, ele afirmou que a procura pelo evento cresceu significativamente após a polêmica ganhar força nas redes. "Os nossos eventos também já têm milhares de pré-inscritos. A gente tinha 500 pessoas, a última vez que eu vi já tinha mais de 5 mil. Decuplicou! Então, obrigado a todo mundo aí que fez essa publicidade grátis", completou.
Na sequência, Cazarré reforçou que pretende seguir produzindo conteúdos alinhados às suas convicções pessoais. "Vamos tentar continuar lutando com serenidade por aquilo que a gente acredita: por homens melhores, por pais melhores, por famílias mais estruturadas, mais sólidas", afirmou.
Nos materiais de divulgação, publicações no perfil do ator mencionavam que ele já teria sido "cancelado várias vezes", citando como exemplo posicionamentos como a defesa de papéis distintos para pai e mãe e a ideia de "não pedir desculpa por ser homem".
Outro trecho das postagens indicava que o ator enxerga um cenário com "homens perdidos", "famílias se desfazendo" e uma sociedade que, em sua visão, teria "enfraquecido os homens".
A repercussão mobilizou diversos nomes do meio artístico. Julia Lemmertz comentou: "Que Deus tenha piedade dessa nação". Já Betty Gofman classificou o colega como "criatura incompreensível", enquanto Paulo Betti criticou o tom da publicação, afirmando que ele falava de si "na terceira pessoa".
Outras artistas também reagiram publicamente. Marjorie Estiano considerou a iniciativa problemática e afirmou que o discurso reforça ideias que "matam mulheres todos os dias". Claudia Abreu citou os "recordes de feminicídios" no país como parte da crítica. Por fim, Elisa Lucinda declarou enxergar um "atraso no pensar" e definiu a proposta como "um grande e preocupante delírio".