Morre, aos 52 anos, filho de Chico Anysio; família se despede nas redes
Lenda do esporte brasileiro morreu nesta sexta-feira (17) após passar por um mal-estar
Reprodução
O basquete brasileiro se despediu, nesta sexta-feira (17), de um de seus maiores nomes. Aos 68 anos, Oscar Schmidt morreu minutos após receber atendimento médico em São Paulo, depois de apresentar um mal-estar. Conhecido mundialmente como “Mão Santa” e irmão do apresentador Tadeu Schmidt, ele deixa um legado histórico dentro e fora das quadras.
O ex-atleta foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), onde chegou a ser atendido, mas não resistiu. A notícia gerou comoção imediata nas redes sociais, com diversas personalidades prestando homenagens.
Entre as manifestações, o jornalista Felipe Andreoli destacou a grandeza do ídolo: "Um dos maiores da história".
Já a artista Rita Cadillac relembrou o lado humano do ex-jogador: "Um ser incrível pessoalmente. O carinho que me tratou foi incrível. Meus sentimentos a todos familiares". A atriz Guta Stresser também se solidarizou: "Meus sentimentos à família, Tadeu Schmidt e todos amigos. Luz para o espírito do Oscar. ÍDOLO!".
Natural de Natal, Oscar construiu uma carreira de números impressionantes ao longo de 25 temporadas no basquete profissional. Ele se consolidou como o maior pontuador da história da modalidade, com 49.703 pontos, além de ser o recordista de pontos em Jogos Olímpicos, com 1.093.
Sua relação com as Olimpíadas também é histórica: foram cinco participações consecutivas, com atuações de destaque. Entre elas, os 55 pontos anotados contra a Espanha nos Jogos de Jogos Olímpicos de Seul 1988, marca que permanece como recorde em uma única partida do torneio.
Defendendo a seleção brasileira, protagonizou um dos capítulos mais emblemáticos do esporte nacional ao conquistar o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na decisão, liderou o Brasil na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos — resultado que representou a primeira derrota da equipe norte-americana atuando em casa na história da competição.
Além disso, também integrou o elenco que conquistou o bronze no Mundial de 1978, realizado nas Filipinas. Ao longo de sua trajetória pela seleção, entre 1977 e 1996, acumulou 7.693 pontos em 326 partidas oficiais, consolidando um legado que atravessa gerações.
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