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Apresentadora de 69 anos fala sobre relacionamento, relembra inseguranças do passado e diz que sexualidade foi um tabu durante grande parte da vida
Reprodução Instagram
Aos 69 anos, Monique Evans voltou a falar de forma aberta sobre sua vida pessoal e surpreendeu ao compartilhar reflexões sobre sexualidade, um tema que, segundo ela, foi cercado de tabus durante grande parte de sua trajetória. A ex-modelo e apresentadora afirmou que só mais tarde conseguiu compreender melhor o próprio corpo e desejos.
Em um relacionamento sólido de 11 anos com a DJ Cacá Werneck, Monique destacou a fase atual como de estabilidade e realização.
Mãe de Bárbara Evans e Armando Aguinaga, ela também contou que não sente falta de relações com homens e que sua percepção sobre intimidade mudou completamente com o tempo. "No começo, não sabia o que fazer [na intimidade com Cacá]. Ia imitando, mas isso após um tempo. A gente começou devagar, só com beijos", revelou ao gshow.
Com mais maturidade e segurança, Monique disse ter passado por um processo de autoconhecimento dentro da relação, que transformou sua forma de viver a sexualidade. "Me realizei. Depois que aprendi a me conhecer, entendi que gosto mais de preliminares, e com ela é só preliminares. Maravilhoso! Não sinto a mínima falta de um homem", confessou.
A apresentadora também relembrou inseguranças antigas e experiências difíceis no início da vida sexual, afirmando que durante muito tempo acreditou não ser capaz de sentir prazer. Segundo ela, essas vivências influenciaram sua autoestima e a forma como enxergava o próprio corpo.
"Foi a coisa mais horrorosa do mundo [a primeira transa, aos 18 anos]. Não teve preliminares, ele me machucou. Como era meu namorado há um ano, me obrigava a ter relações. Sempre achei que era ruim de cama. Vivia grilada com isso. Transava para me sentir mulher, mas não sentia nada", explicou.
Monique atribui parte desses bloqueios à criação mais rígida e à falta de diálogo sobre sexualidade em sua juventude. Ela afirma que demorou anos para entender conceitos básicos sobre prazer e que só com o tempo e conversas com amigas começou a se descobrir.
"Na minha época, talvez, alguém, minha avó, não sei... pode ter me dito que era errado, que não era de Deus. Isso me travou. Sexo sempre foi um tabu para mim. Eu não sabia o que era orgasmo, nem masturbação. Nunca tinha me tocado. Perguntava para minhas amigas como era. Precisei até de fisioterapia para o negócio começar a funcionar. Conheci o orgasmo muito tarde", finalizou.