Morre, aos 52 anos, filho de Chico Anysio; família se despede nas redes
Apresentadora comenta rotina financeira no casamento de 20 anos e admite dificuldade em falar sobre dinheiro com o marido
Reprodução Instagram
Fernanda Lima abriu o jogo nesta sexta-feira (10) sobre um tema que ainda considera sensível em sua vida pessoal: o dinheiro. Mesmo consolidada profissionalmente e envolvida em diferentes projetos e negócios, a apresentadora admitiu que a conversa sobre finanças dentro de casa ainda não é simples.
Em um vídeo publicado em seu canal, ela comentou a dinâmica financeira com o marido, o ex-modelo e apresentador Rodrigo Hilbert, com quem mantém uma relação de duas décadas. Segundo Fernanda, apesar da organização compartilhada das despesas, o assunto ainda gera desconforto no casal.
"Eu tenho dificuldade até hoje de falar com o Rodrigo de dinheiro dentro de casa. A gente divide as contas, mas as vezes um paga a mais... 20 anos e eu tenho dificuldade de falar ainda", lamentou ela em um vídeo compartilhado em seu canal.
A apresentadora também aproveitou o relato para defender a autonomia financeira feminina e alertar sobre a importância do planejamento antes da maternidade. Em sua visão, a independência econômica é essencial para lidar com os custos da criação de filhos e possíveis mudanças na estrutura familiar.
"Não engravide antes de ter um dinheirinho. Sabe por que? Depois você quer chamar alguém para olhar sua filha e é caro. Médico melhorzinho? Caro. Berçário? Caro. Depois, toma um pé na bunda e fica mãe solo, sem pensão", aconselhou ela.
Fernanda ainda criticou a ideia de dependência financeira em relacionamentos amorosos e afirmou não compreender a busca por parceiros apenas por estabilidade econômica. "Hoje, a gente ainda vê que tem muitas mulheres que ainda querem casar com homens ricos. Pode parecer uma salvação, mas é o tolhimento da liberdade", disse ela.
Ao relembrar o início da carreira como modelo, ela contou que presenciou situações difíceis no meio da moda, mas destacou que seus valores pessoais a afastaram de problemas mais graves. "Na época que eu era modelo, tinha muitas possibilidades. Eu fico me lembrando de como era o meu meio, de loucura. Nível de agência que vendia meninas. Só que assim, de alguma maneira, os meus valores foram tão moldados para outras questões, que eu nunca fui chamada", declarou ela.