Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em um trágico acidente de avião em março de 1996
Reprodução
Trinta anos após a tragédia que interrompeu a trajetória dos Mamonas Assassinas, a história do grupo voltou a ganhar destaque com um gesto simbólico realizado recentemente.
A trajetória do quinteto — formado por Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli — foi interrompida na noite de 2 de março de 1996, quando o avião que transportava a banda caiu na Serra da Cantareira, em São Paulo.
No dia 23 de fevereiro, poucos dias antes do marco das três décadas do acidente, os corpos dos integrantes foram exumados como parte de um projeto que pretende transformar as cinzas da cremação em nutrientes para o crescimento de uma árvore plantada desde a semente.
O momento reacendeu memórias e levou pessoas próximas aos músicos a se manifestarem publicamente. Entre elas está Ana Almeida, conhecida como Aninha, que viveu um relacionamento com o guitarrista Bento Hinoto na época em que a banda alcançava enorme sucesso.
Conhecida como Aninha, Ana Almeida teve um relacionamento de aproximadamente um ano e cinco meses com Alberto Hinoto, o Bento. O namoro foi interrompido pela tragédia que tirou a vida dos músicos em 1996.
No aniversário de 30 anos do acidente, ela fez uma homenagem ao guitarrista e recordou a ausência deixada pelo artista e pelos colegas de banda. Em uma publicação nas redes sociais, Aninha destacou que o carinho do público permanece vivo mesmo após tantos anos.
“Nesses 30 anos de ausência física, restou o carinho e o reconhecimento das pessoas e do público. Isso não é pouco“, escreveu ela ao resgatar uma foto de sua participação no programa Domingo Legal, do SBT, em 1995.
Em outra parte do texto, também recordou o talento do músico. “Enquanto o som da sua guitarra continuar ressoando, nada mudou. Perdi cinco amigos talentosos e bondosos, e você era o melhor músico. Do tempo ninguém vence. Mas, está tudo bem!“, completou a ex-namorada de Bento Hinoto.
Assim como fazia na época em que se relacionava com o guitarrista, Aninha segue levando uma vida discreta. Com pouco mais de 7 mil seguidores nas redes sociais, raramente publica registros pessoais, limitando-se a algumas selfies e fotos com a filha, Milena.
Mirella Zacanini viveu um romance com Alecsander Alves Leite, o Dinho, ainda antes da explosão nacional dos Mamonas Assassinas. O relacionamento começou quando o grupo ainda utilizava o nome Utopia e buscava espaço no cenário musical.
O casal permaneceu junto por cerca de três anos, período em que Mirella acompanhou de perto a transformação dos jovens músicos em um fenômeno nacional. As lembranças desse período foram reunidas posteriormente no livro Pitchulinha, Minha Vida com Dinho – Até que Os Mamonas nos Separem, no qual ela narra momentos do namoro e explica a origem do apelido mencionado na música Pelados em Santos.
A relação durou de março de 1992 até julho de 1995. Em entrevista concedida à Folha em 1996, Mirella comentou sobre o cantor: "Fui eu quem deu força para o Dinho assumir o rock debochado, sugeri que ele cortasse o cabelo e que comprasse roupas legais", disse.
Atualmente, ela dedica sua rotina à fé e a projetos sociais. Mirella fundou uma escola cristã de artes voltada ao público infantil, utilizando música e teatro como ferramentas de educação.
Valeria Zoppello se tornou companheira de Dinho quando os Mamonas Assassinas já viviam o auge da popularidade. Naquele período, ela aparecia com frequência em registros ao lado do cantor, e o relacionamento evoluiu rapidamente até o noivado pouco antes da tragédia.
Publicamente, Valeria foi a parceira mais conhecida do vocalista durante o momento de maior visibilidade da banda. Com experiências como modelo e atriz, ela também chegou a competir profissionalmente no automobilismo.
Hoje, aos 51 anos, optou por uma vida mais tranquila na região serrana, onde se dedica à fotografia e cuida de um orquidário. Ao lembrar os 30 anos do acidente, compartilhou uma reflexão sobre o relacionamento que viveu com o cantor.
"Sou incapaz de definir o amor que vivi, mas o que mais se aproxima é que hoje sei que o amor é realmente eterno. O que nos une de forma pura e verdadeira jamais se apaga. Jamais. Ter sido namorada do maravilhoso Dinho não me define, mas faz parte de quem eu sou. Carrego memórias únicas e especiais. Carrego a certeza de ter sido amada e ter amado com toda a intensidade possível".
Antes do sucesso nacional dos Mamonas Assassinas, Sérgio Reoli teve um relacionamento marcante com Cláudia Gaiga de Aléssio. O namoro aconteceu quando a banda ainda utilizava o nome Utopia.
A história do casal é mencionada no livro Mamonas Assassinas, Blá, Blá, Blá, que relembra o início da relação ainda na adolescência. Segundo o relato, Sérgio se aproximou de Cláudia de forma ousada, iniciando um romance em um período em que o grupo ainda buscava espaço na música.
Hoje, Cláudia leva uma rotina reservada. Casada e mãe de dois filhos, ela mantém o perfil nas redes sociais privado e trabalha como representante comercial. Apesar de manter distância da mídia, esteve presente nas gravações do filme Mamonas Assassinas – O Impossível Não Existe e registrou o momento ao lado da atriz Jéssica Cores, que a interpretou na produção.
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