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Xuxa tem prejuízo inesperado após investir fortuna em carro blindado

Apresentadora acionou a Justiça depois de adquirir um Volvo XC90, em julho de 2023

apresentadora em foto reprodução Insatgram/@bladmeneghel
Xuxa investe em segurança, mas carro blindado dá defeito e gera perdas
Redação Entretenimento clock 04/03/2026 12:58
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A batalha judicial entre Xuxa Meneghel e a empresa "Eleven Blindados" continua sem solução no campo financeiro, mesmo após decisão favorável à apresentadora. O impasse envolve a compra de um veículo blindado que apresentou problemas pouco tempo depois da entrega.

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De acordo com informações divulgadas pelo portal Notícias da TV, Xuxa acionou a Justiça depois de adquirir um Volvo XC90, em julho de 2023, que teria apresentado falhas mecânicas poucos dias após a compra. Embora o contrato tenha sido desfeito em comum acordo, com a devolução do automóvel, o valor pago - R$ 220 mil - não foi devolvido. Atualizada, a quantia já chega a R$ 366 mil.

Documentos do processo apontam que, além dos R$ 220 mil desembolsados, a artista também entregou outro carro como parte do pagamento. A ação correu na 6ª Vara Cível da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Na defesa, a empresa alegou impossibilidade de quitar o débito em razão de um bloqueio judicial vinculado a um de seus CNPJs, decorrente de um processo movido pelo Banco Bradesco na 1ª Vara Cível de Santo Amaro, em São Paulo. Antes de recorrer ao Judiciário, a equipe da apresentadora tentou resolver a questão de forma extrajudicial, inclusive com pedido formal de desbloqueio de valores, mas não obteve êxito.

Sentença favorável e valor ainda pendente


O processo foi protocolado em 19 de dezembro de 2023. Em sua argumentação, a Eleven Blindados sustentou que o bloqueio configuraria "caso fortuito e força maior".

Durante a tramitação, houve tentativas de acordo, incluindo proposta de parcelamento em 24 vezes sem correção, recusada pelos advogados da artista. Em 13 de outubro de 2025, a Justiça determinou o pagamento dos R$ 220 mil acrescidos de juros de 1% ao mês, correção monetária, custas processuais e honorários fixados em 10%.

Sem que houvesse recurso, a decisão transitou em julgado em 18 de dezembro de 2025. Já em janeiro de 2026, teve início a fase de execução, com a cobrança atualizada em R$ 366.023,40. Até o momento, a empresa não se manifestou publicamente sobre o caso.
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