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Ex-âncora afirma que 'interessava a muita gente eu não estar ali' e detalha disputas internas e processo judicial
Reprodução Instagram @rodrigobocardi
Rodrigo Bocardi falou abertamente sobre sua saída da TV Globo em entrevista ao "Pânico" detalhando tensões nos bastidores após 25 anos na emissora. "Interessava a muita gente eu não estar ali. Interessava a muita gente eu não falar tudo o que eu falava. E tem questões de disputas e tal", disse, sugerindo que sua postura profissional incomodava alguns colegas.
O desligamento, anunciado em janeiro de 2025, foi atribuído pela Globo a descumprimento de normas éticas internas. A situação envolveu apuração do setor de compliance, relacionada a supostas atividades externas incompatíveis com as diretrizes da empresa.
Bocardiconsidera a decisão injusta e afirmou que o caso segue na esfera judicial. "É uma relação de trabalho de um funcionário com uma empresa. Mas tem todo o contexto que você já viu aí eu falar, da questão de construção de inimizade", declarou, acrescentando: "Para mim é o seguinte: é uma conversa silenciosa, jurídica e tal, e já faz mais de um ano, um ano e dois meses."
Ao rebater rumores sobre sua reputação, desafiou que ex-colegas confirmem seu relato: "Todo mundo que trabalhou comigo diretamente quer ligar agora? Liga. Liga agora. Faz uma surpresa, faz uma entrevista com uma pessoa que trabalhou comigo diretamente para saber qual era o ambiente, qual era a parada, que jogo eu jogava."
Ele mencionou nomes de colegas com quem trabalhou: "Quer ligar para a Glória Vanique? Quer ligar para o Tiago Oliveira do esporte que foi lá? Quer ligar para o Jodar? Quer ligar para a Abel Neto que passou lá comigo? Quer ligar para a Cíntia Toledo que trabalhou lá comigo de manhã? Pode ligar para a Sabina Simonato que está lá hoje. Liga para quem quiser e pede um relato verdadeiro."
O jornalista negou qualquer postura agressiva: "Cara, zero! Aliás, pelo contrário, eu falava assim para todo mundo: 'Cara, se você está vindo junto comigo aqui e você está vindo de peito aberto, nós vamos ganhar juntos'. Porque para mim, eu preciso, eu sozinho não faço nada. Então eu tenho que ganhar com a pessoa e a pessoa ganhar comigo. Ali na hora da apresentação, essa é a parada."