Bruna Biancardi faz nova declaração sobre exposição com Neymar: 'Incomoda'
"Não acredito que material biológico deva ser tratado como mercadoria", afirma Marina Smith
CO Assessoria
A influenciadora Marina Smith, de 27 anos, natural de São Paulo, afirmou ter recebido uma proposta considerada inusitada após ter ganhado notoriedade ao declarar que foi banida de um aplicativo de relacionamentos por ser “bonita demais”.
Segundo ela, o contato envolvia a comercialização de seus próprios óvulos e partiu de um homem que se apresentou como intermediador de um comprador japonês interessado em seu perfil genético.
Marina relata que a mensagem chegou por meio das redes sociais e que o discurso era estruturado e direto. De acordo com ela, o remetente mencionava “análise objetiva de simetria facial e corporal” e justificava o interesse com base em características estéticas consideradas ideais.
“Ele falava em compatibilidade genética e descendência como se estivesse descrevendo um projeto técnico. Não era uma abordagem informal, era quase uma proposta comercial”, afirma.
Segundo a influenciadora, a mensagem mencionava compensação financeira e tratava seus atributos físicos como critério para reprodução. “Foi a primeira vez que alguém tratou meus óvulos como se fossem um produto. Já recebi convites estranhos ao longo da minha carreira, mas nunca algo envolvendo material biológico”, diz.
Apesar de não ter planos imediatos de maternidade, Marina afirma que recusou a proposta imediatamente. “Não acredito que material biológico deva ser tratado como mercadoria. Existe um limite ético muito claro nessa questão”, declara.
Para ela, tornar o caso público foi uma forma de estabelecer posicionamento. “Eu trabalho com imagem, mas isso não significa que meu corpo esteja disponível para negociação”, conclui.
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