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Quatro irmãos afirmam que os crimes ocorreram por mais de uma década e citam episódios nas residências de Elizabeth Taylor e Elton John
Reprodução Instagram @michaeljackson
O espólio de Michael Jackson voltou ao centro de uma disputa judicial após quatro integrantes da família Cascio acusarem o artista de violência sexual ao longo de mais de uma década. Edward, Dominic, Marie-Nicole e Aldo Cascio afirmam que os episódios teriam começado quando ainda eram crianças. Considerados pelo cantor como sua "segunda família", eles agora buscam reparação na Justiça.
De acordo com informações publicadas pelo Los Angeles Times, a ação foi protocolada no Tribunal Federal do Distrito Central da Califórnia em 27 de fevereiro. No processo, os irmãos relatam práticas de grooming, estupro, agressões e fornecimento de substâncias ilícitas.
Edward, conhecido como Eddie, sustenta que sofreu abusos durante estadias na residência da atriz Elizabeth Taylor, na Suíça, e também na casa do cantor Elton John, no Reino Unido. Os Cascio descrevem uma relação de proximidade intensa com o astro, acompanhando turnês e celebrando datas festivas ao seu lado.
Segundo a denúncia, Jackson utilizava códigos como "posso ter uma reunião?", "chá Yogi", "Neverland" e "Ir para a Disneylândia" para incentivar "atos sexuais extremos". Ele também teria oferecido vinho chamado por ele de "Suco de Jesus" e bebidas destiladas apelidadas de "Suco da Disneylândia", além de expor os menores a material pornográfico.
Parte das acusações menciona episódios ocorridos no Rancho Neverland, em Santa Barbara. A ação afirma ainda que integrantes da equipe do cantor teriam colaborado para ocultar os supostos crimes, mantendo os pais das crianças afastados.
Os autores alegam que permaneceram em silêncio por anos devido a um acordo confidencial firmado com o espólio, que previa o pagamento de cinco parcelas anuais de cerca de US$ 690 mil para cada um, como compensação "pelos muitos anos que Jackson abusou de cada um deles e que a Organização Jackson ajudou a encobrir".
Agora, eles consideram o valor "insuficiente" e dizem ter sido pressionados a assinar o documento "sem entender seus direitos".
O advogado da família Jackson, Marty Singer, reagiu classificando o processo como uma "tentativa desesperada de conseguir dinheiro". Ele ressaltou que, por mais de 25 anos, os Cascio defenderam publicamente a inocência do artista. Os quatro irmãos pedem indenização por danos e a anulação do acordo firmado em 2019.
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