Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Saiba como aproveitar a folia com intimidade consciente, explorando o prazer, os limites e a conexão verdadeira sem precisar da bebida
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O carnaval é, para muitos, a temporada oficial da paquera, dos beijos roubados e das decisões tomadas no calor do bloco. Entre glitter, música alta e a sensação de liberdade, não é raro que a folia também se transforme em convite para a intimidade. E, quase sempre, surge o elemento quase onipresente: o álcool, encarado por alguns como um "empurrãozinho" para relaxar e se entregar.
Mas o que muita gente ainda não sabe é que transar sóbrio pode ser tão prazeroso, ou até mais, do que sob efeito da bebida. Sem álcool, o corpo responde de forma mais clara, a conexão com o parceiro fica mais genuína e o prazer tende a ser mais consciente, respeitando sinais importantes como desejo, limites e conforto. No fim das contas, o sexo mais marcante da folia não é o mais impulsivo, mas aquele que acontece com presença e vontade real.
Um levantamento da plataforma alemã de educação sexual Cheex revelou que 60% dos entrevistados já ultrapassaram seus próprios limites sexuais enquanto estavam alcoolizados, e muitos tiveram suas primeiras experiências nesse estado.
Segundo a sexóloga Daiany Scher, o álcool funciona como um redutor de inibição e timidez, trazendo uma sensação de relaxamento. "O álcool aumenta a sensibilidade e acaba diminuindo a questão da autocrítica", explicou a especialista.
No entanto, a bebida também pode ter efeitos negativos a longo prazo. "Tem o poder de mascarar dificuldades emocionais e pode criar dependência. O consumo excessivo prejudica a pessoa", alertou Daiany. Além disso, embora o álcool disfarce algumas barreiras, ele não garante uma conexão real com o próprio corpo e o prazer.
Para a sexóloga, a confiança sexual vem do autoconhecimento. Conhecer o corpo, explorar suas respostas e entender o que provoca prazer é muito mais eficaz do que depender da bebida. "Quando a pessoa conhece o próprio corpo, fica mais fácil para ela se explorar, entender a questão do prazer, como gosta de ser tocada e o que faz ela se sentir bem", concluiu.
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