Morre, aos 52 anos, filho de Chico Anysio; família se despede nas redes
A apresentadora afirma temer por sua segurança e denuncia vigilância constante na residência em Itu (SP)
Reprodução Instagram Nas redes sociais, Correa questionou a movimentação na propriedade: "Está fazendo o que na porta da minha casa se ela está programada para leilão? Não me digam que estão subtraindo mais objetos?", escreveu, mostrando um carro estacionado no local.
A residência faz parte de um processo judicial contra a empresa da apresentadora, a Hickmann Serviços Ltda. A assessoria da apresentadora esclareceu que Ana Hickmann mantém "posse legítima do imóvel por decisão judicial" e que apenas funcionários e prestadores de serviços entram na casa durante sua ausência. "Os veículos mencionados pertencem a esses profissionais", explicou a nota enviada ao Metrópoles.
A equipe ainda reforçou que as publicações e acusações de Correa serão investigadas, e que medidas civis e criminais podem ser adotadas, incluindo pelo compartilhamento não autorizado de imagens do imóvel. A apresentadora também expressou preocupação com a sensação de vigilância constante: "Mesmo com a medida protetiva, não me sinto segura em saber que há pessoas observando minha casa e repassando informações para o meu agressor. Isso me assusta e me causa muito medo, não só por mim, mas também pelas pessoas que trabalham comigo e estão sendo expostas", declarou.
Pedido de intervenção
No último dia 10 de fevereiro, Correa publicou um vídeo alegando receber informações de moradores do condomínio onde a mansão está localizada. "Todo dia tem carro novo dentro da garagem daquela casa. É um absurdo", disse. Ele ainda criticou a administração do local: "Estou ligando insistentemente para o condomínio, que finge que eu não existo. Mas já precisaram muito de mim e já usaram muito minha imagem em votação de síndico, quando o condomínio precisava de alguma coisa."
No vídeo, Correa solicitou à Justiça que intervenha: "Impeça que as pessoas entrem no condomínio e nessa casa até o leilão ser realizado. E, se Deus permitir, ter um comprador para que eu possa pagar meus credores."
Sobre o leilão
No fim de janeiro, a Justiça de São Paulo autorizou a venda da mansão de Ana Hickmann em leilão eletrônico, medida ligada a um processo contra a Hickmann Serviços Ltda. Segundo decisão da 44ª Vara Cível do Foro Central, à qual o Metrópoles teve acesso, foi nomeado um leiloeiro oficial e definido que a venda aconteça online.
O imóvel terá lance inicial de R$ 35 milhões, será vendido no estado em que se encontra, sem garantias, e o valor deverá ser pago à vista em até 24 horas, acrescido de comissão de 5% ao leiloeiro. O valor arrecadado servirá para quitar a dívida reconhecida judicialmente. Caso o montante seja maior que o débito, o excedente será devolvido aos responsáveis pelo bem. O processo envolve cobrança de R$ 750 mil por Danielle Murayama Fujisaki, que acusa a empresa de não quitar a dívida.
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