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Mulher afina cintura e faz caldo com ossos após cirurgia: 'Gosto de frango'

Criadora de conteúdo francesa, que soma cerca de 1,7 milhão de seguidores, virou assunto nas últimas semanas

influencer em foto reprodução Instagram
Influenciadora francesa surpreende ao falar do destino das costelas removidas
Redação Entretenimento clock 06/02/2026 12:23
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Uma criadora de conteúdo francesa, que soma cerca de 1,7 milhão de seguidores, virou assunto nas últimas semanas ao afirmar que passou por um procedimento cirúrgico extremo para afinar drasticamente a cintura. Identificada nas redes como @adee.ah, Adee Ah declarou ter retirado parte das próprias costelas para alcançar o que definiu como uma "cintura de vespa".

A repercussão ultrapassou fronteiras depois que a influenciadora publicou vídeos no TikTok exibindo o suposto resultado da cirurgia. Em uma das gravações, ela encenou a preparação de um caldo com as costelas retiradas, alegando que seriam suas, o que provocou choque, incredulidade e uma enxurrada de críticas, além de reacender discussões sobre saúde e responsabilidade no ambiente digital.
 
 

Em um dos registros mais comentados, Adee aparece aquecendo as costelas em uma panela e bebendo o líquido liberado, enquanto reage de forma provocativa: "Tem gosto de frango!", afirmou, em tom de deboche.

Do ponto de vista médico, o jornal espanhol Marca destacou que especialistas alertam que nem todas as costelas podem ser removidas, já que muitas desempenham papel essencial na proteção de órgãos vitais, como coração, pulmões e rins.
 

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Segundo os profissionais, quando há algum tipo de intervenção semelhante, o que pode ocorrer é a retirada das chamadas costelas flutuantes, que não se ligam diretamente ao esterno. Ainda assim, trata-se de um procedimento altamente invasivo e considerado de risco elevado.

Cirurgiões ouvidos por veículos internacionais reforçam que a remoção dessas estruturas pode gerar complicações graves, como infecções, dificuldades respiratórias e danos permanentes. Em países como a Espanha, esse tipo de cirurgia é proibido justamente pelos perigos envolvidos e pela taxa de mortalidade associada.

A controvérsia reacendeu debates sobre padrões estéticos extremos, o impacto de influenciadores sobre públicos jovens e os limites éticos da exposição nas redes sociais. Especialistas em saúde e comportamento digital alertam que intervenções médicas desse porte não devem ser tratadas como entretenimento ou tendência, sobretudo quando divulgadas sem contexto clínico adequado ou avisos claros sobre os riscos.
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