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Cão Orelha: suspeitos teriam tentado afogar outro animal; entenda

Polícia Civil afirma que adolescentes envolvidos no crime contra Orelha também atacaram outro cachorro na Praia Brava

Cão Orelha Reprodução Instagram
Cão Orelha era cuidado por moradores da Praia Brava e morreu após sofrer agressões brutais
Redação Entretenimento clock 27/01/2026 16:31
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A Polícia Civil de Santa Catarina apura novas denúncias envolvendo os adolescentes investigados pela agressão que resultou na morte do cão Orelha. Segundo a corporação, o grupo também teria tentado matar outro cachorro na mesma região. 

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Alerta de gatilho: maus-tratos contra animais configuram crime e são punidos por lei. Denuncie qualquer indício de violência pelo 190, diretamente à Polícia Civil ou pelo Disque-Denúncia, no 181. A defesa dos animais depende do engajamento de toda a sociedade.

 

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, afirmou que os jovens suspeitos de atacar violentamente Orelha - animal que precisou passar por eutanásia devido à gravidade das lesões - também teriam tentado afogar um segundo cachorro. O caso teria ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, onde ambos os cães eram conhecidos por circular juntos.

 

Conforme o G1, o outro animal, chamado Caramelo, foi levado ao mar em uma tentativa de afogamento, mas conseguiu escapar. Ele era visto com frequência ao lado de Orelha e também era reconhecido por moradores da região.

 

Em publicação nas redes sociais, Ulisses Gabriel detalhou a investigação: "Há dois casos de maus-tratos. Um contra o cão Orelha, com um instrumento contundente (segundo o laudo) e outro contra o cão Caramelo, que foi jogado no mar. No caso do Caramelo, há vídeo; no caso do Orelha, não há vídeo, mas há testemunhas e outros elementos de prova", informou.

 

Após o episódio, Caramelo foi acolhido e adotado. Já Orelha, que era um cão comunitário cuidado por moradores locais, permaneceu na área e acabou sendo alvo das agressões que culminaram em sua morte. A Polícia Civil identificou, até o momento, pelo menos quatro adolescentes suspeitos de participação nos ataques.

 

Ainda de acordo com o delegado-geral, dois dos investigados estão atualmente fora do país. A viagem aos Estados Unidos teria sido marcada antes dos fatos. O retorno da dupla é esperado para a próxima semana, quando eles deverão prestar depoimento e colaborar com o avanço das investigações.

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