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A atriz, eleita musa do Cordão da Bola Preta, fala sobre bioestimulação de colágeno: 'Nada exagerado'
CO Assessoria de Imprensa
Juliana Knust, 44 anos, eleita musa do tradicional Cordão da Bola Preta no início de 2025, revelou ao portal UOL ter feito recentemente um procedimento de bioestimulação de colágeno no bumbum, dentro de uma rotina de cuidados planejada com o corpo.
Com a chegada do Carnaval 2026, a atriz enfatizou que a escolha não teve relação direta com a festa, mas sim com as mudanças naturais que o corpo sofre ao longo do tempo. "Sempre fui bem discreta em relação ao meu corpo, mas chegou uma fase em que a gente começa a perceber algumas mudanças naturais. Nada de desespero, e sim um olhar de cuidado mesmo. O bioestímulo entrou para melhorar a qualidade da pele e estimular o colágeno, que com o tempo vai diminuindo. Foi uma escolha consciente, pensando no longo prazo", contou.
Juliana explicou que a decisão pelo bumbum ocorreu por se tratar de uma área que sofre mais com a flacidez. "O bumbum é uma região que costuma sofrer bastante com a flacidez e a perda de firmeza. Eu comecei a perceber isso de forma bem sutil, nada exagerado, mas suficiente para entender que um tratamento ali fazia sentido. E eu sempre busco algo que respeite meu corpo e traga um resultado natural", disse.
A médica Danuza Alves, diretora médica e sócia da Clínica Leger Porto Alegre, responsável pelo protocolo Harmonize Gold, explica que o bioestímulo de colágeno é indicado para quem quer melhorar a textura da pele de forma gradual. "Indico o bioestímulo de colágeno quando observo flacidez, afinamento da pele, perda de firmeza, mesmo sem grande perda de volume", afirmou.
Embora o Carnaval esteja próximo, Juliana reforça que o tratamento não é motivado apenas pela festa. "O Carnaval não foi o principal motivo, mas claro que passa pela cabeça. Mesmo assim, eu faria o tratamento em qualquer época do ano. Não é sobre festa, é sobre bem-estar e autoestima", disse.
A atriz também comentou sobre a pressão que mulheres enfrentam nesse período. "No Carnaval, o corpo da mulher vira quase um assunto público. Mas hoje eu não me preparo para atender expectativas externas, e sim para me sentir bem comigo mesma", afirmou.
Sobre sua trajetória no Cordão da Bola Preta, Juliana destacou a conexão afetiva com o bloco. "É rua, é gente, é troca. São horas intensas, calor, energia lá em cima. Você vive o Carnaval de verdade", concluiu.
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