Morre, aos 52 anos, filho de Chico Anysio; família se despede nas redes
A atriz, que contracenou com Titina em 'Cheias de Charme' (2012), demonstrou choque e tristeza em postagem nas redes sociais
Reprodução Instagram
A morte de Titina Medeiros surpreendeu o público neste domingo (11/1). Isabelle Drummond, que contracenou com a atriz na novela "Cheias de Charme" (2012), manifestou seu choque em uma postagem nas redes sociais.
"Que isso, gente", escreveu Isabelle, acompanhando a mensagem de emojis chorando, demonstrando incredulidade com a notícia. Os seguidores se comoveram com a reação da atriz. "A eterna pedra no sapato de vocês, Cida", comentou um fã, em referência às personagens da novela. Outro internauta acrescentou: "Também estou em choque. Vocês marcaram a minha adolescência, ela era uma atriz maravilhosa. Ria horrores com ela".
Titina Medeiros: legado e trajetória
Titina Medeiros morreu aos 48 anos, após enfrentar um câncer, doença que tratava há pelo menos seis meses. Casada com o ator César Ferrario, Titina deixou uma carreira sólida e respeitada, destacando-se no teatro, na televisão e no audiovisual brasileiro, especialmente com forte ligação à cena cultural do Rio Grande do Norte.
Natural de Currais Novos, no sertão potiguar, mudou-se ainda adolescente para Natal, onde teve seus primeiros contatos com o teatro e decidiu seguir a carreira artística. Desde os anos 1990, participou de inúmeros espetáculos, além de integrar bandas, grupos de teatro, curtas-metragens, séries de humor e projetos experimentais.
Reconhecida por sua versatilidade e presença em cena, Titina atuou em grupos teatrais de destaque, como "Carmin e Clowns" de Shakespeare, e foi idealizadora da Casa de Zoé, produtora voltada à realização de projetos próprios e ao fortalecimento da produção cultural independente.
Na televisão, conquistou o público com o papel de Socorro, fiel escudeira de Chayene (Claudia Abreu) em "Cheias de Charme" (2012), um dos trabalhos mais lembrados de sua carreira. Mais recentemente, integrou o elenco de "No Rancho Fundo" (2024) e participou de produções como "Geração Brasil", "A Lei do Amor", "Mar do Sertão" e a série "Onde Nascem os Fortes".
No audiovisual, destacou-se em "Chão de Estrelas" (Canal Brasil) e no sitcom "Os Roni" (Multishow). No teatro, deixou montagens marcantes como "Meu Seridó", "Dois Amores y Um Bicho", "Hamlet", "Sua Incelença", "Ricardo III", "Muito Barulho por Quase Nada" e "Pobres de Marré".