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Conheça o enredo das 12 escolas do Grupo Especial do próximo Carnaval
Reprodução/Divulgação
Em fevereiro, as 12 escolas do Grupo Especial do Rio de Janeiro entram na Marquês de Sapucaí para disputar o título de campeã do Carnaval 2026.
Os desfiles prometem uma diversidade de temas que passam por personagens históricos, manifestações religiosas de matriz africana, ícones da música brasileira e homenagens a grandes nomes da cultura nacional.
Confira os enredos do Grupo Especial, organizados por dia de desfile:
Em sua estreia no Grupo Especial, a escola de Niterói aposta em um enredo que retrata a trajetória política e pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A narrativa destaca a construção coletiva de sua liderança e o papel dos movimentos sociais ao longo de sua história. O desfile será desenvolvido pelo carnavalesco Tiago Martins.
A Imperatriz leva para a Sapucaí um enredo dedicado a Ney Matogrosso, exaltando sua versatilidade artística, estética transgressora e contribuição decisiva para a música brasileira. O projeto é assinado pelo carnavalesco Leandro Vieira.
A Portela apresenta um tributo a Custódio Joaquim de Almeida, conhecido como Príncipe Custódio, figura central da cultura afro-gaúcha. Originário do Benin, ele chegou ao Brasil no século XIX e se tornou referência religiosa e cultural no Sul do país. O enredo será desenvolvido por André Rodrigues.
A Mangueira homenageia Mestre Sacacá, curandeiro paraense reconhecido pelos saberes tradicionais da Amazônia. O desfile destaca o uso de ervas, raízes e elementos naturais como ferramentas de cura e resistência cultural. A criação é do carnavalesco Sidnei França.
A Mocidade celebra a vida e a obra de Rita Lee, ícone do rock brasileiro e símbolo de irreverência, liberdade e transgressão. O enredo percorre diferentes fases da carreira da artista e será desenvolvido por Renato Lage.
A Beija-Flor aposta em um enredo que exalta o Bembé do Mercado, considerado o maior candomblé de rua do mundo, realizado há mais de 130 anos no Recôncavo Baiano. A manifestação é reconhecida como patrimônio cultural imaterial desde o século XIX. O carnavalesco é João Vitor Araújo.
A Viradouro presta homenagem a Moacyr da Silva Pinto, o Ciça, histórico mestre de bateria da escola. Figura central na trajetória da agremiação, ele esteve à frente dos ritmistas nos títulos de 2020 e 2024. O enredo será desenvolvido por Tarcísio Zanon.
A Tijuca leva para a avenida a história de Carolina Maria de Jesus, escritora de Quarto de Despejo e uma das vozes mais importantes da literatura brasileira. O enredo destaca sua trajetória, sua obra e sua representatividade social. A concepção é assinada por Edson Pereira.
O Tuiuti apresenta um enredo que mergulha na tradição religiosa Ifá Lukumi, vertente afro-cubana que vem sendo redescoberta no Brasil. A proposta valoriza ancestralidade, espiritualidade e resistência cultural. O desenvolvimento é de Jack Vasconcelos.
A Vila Isabel presta homenagem a Heitor dos Prazeres, artista multifacetado que marcou a cultura brasileira como compositor, pintor e sambista. O enredo é desenvolvido pela dupla Gabriel Haddad e Leonardo Bora.
A Grande Rio leva à Sapucaí um desfile inspirado no movimento Manguebeat, surgido no Recife nos anos 1990. O enredo aborda suas raízes culturais, estéticas e musicais, além de sua influência no cenário artístico nacional. A criação é de Antônio Gonzaga.
Encerrando os desfiles, o Salgueiro homenageia a carnavalesca Rosa Magalhães, maior campeã da história da Sapucaí, falecida em 2023. O enredo propõe uma viagem lúdica e criativa pelo universo da artista, com desenvolvimento de Jorge Silveira.