reprodução Instagram Revelação impactante: mãe de Eliza Samudio comenta documento encontrado na Europa
Redação Entretenimento
06/01/2026 08:49
A notícia sobre um suposto passaporte de
Eliza Samudio encontrado em Portugal voltou a ganhar força na segunda-feira (5) e reacendeu discussões em torno do caso que marcou o país. Diante da repercussão, Sônia Moura, mãe da modelo
assassinada em 2010, optou por se manifestar com cautela sobre o assunto.
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Em entrevista ao portal "O Tempo", ela confirmou que teve conhecimento da informação, mas preferiu manter discrição até que todos os detalhes sejam devidamente apurados. Segundo Sônia, qualquer conclusão precipitada pode gerar ainda
mais sofrimento para a família.
A mãe de Eliza explicou que só fará um posicionamento mais assertivo após uma análise técnica do documento. A verificação, de acordo com ela, será realizada com o apoio de seus advogados, justamente para evitar especulações. A postura reservada reflete o cuidado diante de um tema delicado, que revive uma dor antiga e levanta questionamentos sensíveis.
Investigação, sigilo e versões levantadas
Conforme divulgado, o passaporte teria sido localizado em um apartamento alugado em Portugal, guardado entre livros em uma estante. A informação foi revelada pelo Portal LeoDias, que entrevistou o homem responsável por encontrar o documento. Por enquanto, tanto a identidade dele quanto a da pessoa que alugava o imóvel permanecem sob sigilo, enquanto a polícia investiga as circunstâncias do achado. O entrevistado demonstrou preocupação com os impactos da divulgação para o filho e para a mãe de Eliza Samudio.
Durante o relato, o homem também questionou a possibilidade de o documento ter sido utilizado após a morte da modelo, mesmo com a confissão do crime feita pelo goleiro Bruno. "No meu ponto de vista, sabendo que eu não teria coragem de entrar [em outro país] com o passaporte de alguém que morreu... Acredito que outra pessoa também não [entraria com o documento], a não ser que esteja envolvida nesse crime", declarou. Ele ainda acrescentou: "Não é possível que alguém vai entrar em Portugal com o passaporte de uma pessoa que teve um homicídio tão grande". As apurações indicam que o passaporte recebeu o último carimbo em 5 de maio de 2007 e não registra saída do país, apesar de existirem provas de que Eliza estava no Brasil após essa data.