Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Cantor relatou problemas de saúde, pausa na carreira e mudança de ritmo da dupla
Reprodução Instagram
Consagrada desde o sucesso nacional de "Largado às Traças", lançado em 2018, a dupla Zé Neto e Cristiano passou a viver uma realidade bem diferente da rotina intensa que marcou o início da carreira. Após anos em ritmo acelerado, os cantores precisaram reduzir a agenda e repensar o futuro do projeto diante dos problemas de saúde enfrentados por Zé Neto.
Em entrevista ao canal de André Piunti no YouTube, Cristiano relatou que a situação do parceiro começou a se agravar após a morte de Marília Mendonça, em 2021. Segundo ele, o cantor passou a abusar do álcool e do cigarro eletrônico, além de ter sido diagnosticado com depressão e síndrome do pânico.
"No pós-pandemia, depois do acidente da Marília, o Zé foi ficando mal. O maior problema, de início, foi o cigarro eletrônico, que começou afetar o que ele mais amava, que era sua voz. Ele não tinha voz nem mais para falar. Ele chegava para fazer os shows, não tinha voz para cantar e se anestesiava no álcool. Subia no palco bêbado, e, ao mesmo tempo, tratando a depressão com medicamentos. Tive que fazer um ultimato: 'Ou você para de beber ou a dupla acaba'", contou o sertanejo.
Diante do agravamento do quadro, Cristiano convocou uma conversa decisiva para discutir os rumos da parceria. A escolha foi interromper temporariamente os compromissos profissionais para que Zé Neto pudesse buscar tratamento adequado.
"Eu disse que não podia mais continuar como estava. Não queria ser o responsável pela morte dele", desabafou.
A pausa durou cerca de três meses, entre outubro e dezembro de 2024. Durante esse período, os artistas ficaram afastados dos palcos, dos estúdios e chegaram a passar até dois meses sem se encontrar pessoalmente.
Segundo Cristiano, o retorno aconteceu de forma mais cautelosa, sem a pressão que marcou a fase inicial da carreira. "No começo as pessoas não tinham esperança de que o Zé se recuperaria e de que a gente voltaria à ativa como era antes. Voltamos, mas com meio pé no acelerador. Não precisamos mais daquela loucura do início, aquela ganância", afirmou.
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