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Felipe Simas investe em estudos de teologia: 'Está abrindo a minha mente'

Ator de 'Dona de Mim' equilibra carreira na TV com aulas online e reflexão religiosa

Felipe Simas faz aulas de teologia Reprodução Instagram
Felipe Simas faz aulas de teologia para aprofundar conhecimento e fé pessoal
Redação Entretenimento clock 20/12/2025 05:30
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Atualmente em cena na novela "Dona de Mim", o ator Felipe Simas, 32 anos, revelou que está se dedicando ao estudo da teologia. Ele contou à Quem que acompanha aulas online na Faculdade Teológica Sul Americana, no Paraná, desde o início do ano. "Estou indo para o meu segundo ano agora, nessa virada de ano. Eu guardo as coisas, né?", disse, sorrindo, em entrevista.

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Conhecido por interpretar Danilo na trama das 7 da Globo, Felipe se converteu ao cristianismo em 2015. Desde então, chegou a pregar para os fiéis da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e agora decidiu aprofundar seu conhecimento das escrituras. "Está abrindo a minha mente de uma forma que eu não esperava, e no bom sentido, porque eu continuo crente. Como eu não estudava teologia, muitas coisas que eu lia eu tomava por certo e não averiguava. Eu não me permitia questionar. Só que o não questionar faz com que a gente seja fundamentalista", explica.

 

O ator reforça que questionar é essencial para fortalecer a fé. "Nosso papel, para afiar a nossa fé, é questionar e ver que tudo vai ter resposta. E, mesmo não tendo resposta, eu continuo crendo. A minha mente é muito pequena para querer provar, independentemente da teologia, ou a filosofia - que também me interessa muito. Eu percebo como ambas se dialogam. É necessário estudo para que eu não use a palavra como ferramenta de soberba, mas como ferramenta de humildade. Reconhecer quando não souber responder também é importante", completa.

 

Felipe conta que optou por compartilhar seu testemunho publicamente apenas três anos após sua conversão, em um podcast. "Eu detesto ser hipócrita, incoerente", lembra. "Via muitas pessoas que se convertiam, rapidamente começavam a falar sobre, se desviavam e iam para outro caminho. Eu não queria que isso acontecesse. Eu não tinha fundamento nenhum para falar. Hoje também não é que eu tenha, mas entendo um pouco mais minhas escolhas, as consequências, o que eu represento para uma geração - até porque são poucas as pessoas na arte que professam a fé. Eu entendo isso com muita responsabilidade", conclui.

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