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Influenciadora revelou como o aprofundamento da conexão com o próprio corpo foi um pilar fundamental em sua batalha contra a depressão
Reprodução/Divulgação
Em um momento em que o cuidado emocional ganha cada vez mais espaço nas conversas públicas, Dillyene surge com um relato íntimo e inesperado sobre a própria jornada de recuperação.
Fugindo dos caminhos tradicionais, a influenciadora revela que reencontrar sua sensualidade e aprofundar seu vínculo com o próprio corpo foram elementos decisivos para superar um quadro profundo de depressão.
Para ela, o processo de cura passou por encarar um tema que ainda causa desconforto em muitas mulheres: o prazer e a relação com a própria anatomia. O que costuma ser cercado por silenciamentos sociais, Dillyene transformou em uma ferramenta de reconexão consigo mesma.
O Corpo Como Ponto de Retorno
A depressão, marcada pela perda de energia e pela sensação de afastamento de si, havia distanciado Dillyene do próprio corpo. Ela conta que tudo começou a mudar quando decidiu transformar momentos de solidão em instantes de presença — um exercício de “autoamor radical”.
Aos poucos, permitir-se sentir novamente trouxe não só o estímulo natural de neurotransmissores ligados ao bem-estar, como endorfina e dopamina, mas também restaurou a autoestima que havia sido abalada.
Como ela mesma descreve: "Não se tratava apenas de uma busca por sensações efêmeras, mas de uma reafirmação de que eu estava viva, de que meu corpo me pertencia e que ele era capaz de gerar alegria, mesmo nos dias mais cinzentos."
O Toque Como Terapia
Profissionais que estudam saúde íntima confirmam que práticas voltadas ao autoconhecimento sensorial podem reduzir o cortisol, melhorar o sono e devolver à mulher uma percepção positiva sobre o próprio corpo.
Ao encarar o toque como parte de uma rotina de autocuidado — sem culpa, vergonha ou justificativas — Dillyene encontrou um espaço interno de paz.
Esses rituais se tornaram tão importantes quanto sessões de terapia, exercícios físicos ou outras práticas recomendadas para quem enfrenta depressão. Ela descreve esse processo como uma espécie de “meditação em movimento”, focada no corpo.
Um Chamado à Autenticidade
O relato da influenciadora vai além da experiência individual: ele funciona como um convite para que outras mulheres abandonem antigos pesos sociais e olhem para sua intimidade com naturalidade e respeito.
Ao tratar o prazer como parte fundamental da saúde integral, Dillyene reforça que cuidar de si também envolve reconhecer o corpo como aliado, não como tabu.
Seu caminho mostra que, às vezes, a retomada da vontade de viver nasce justamente no encontro mais silencioso e honesto consigo mesma — aquele que acontece longe dos olhos do mundo, quando a mulher finalmente se reencontra com a própria essência.
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