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Das cinzas ao brilho: Preta Gil é eternizada em diamante produzido no Brasil
Instagram/Divulgação
Feita pela The Diamond, a joia com as cinzas de Preta Gil levou cerca de dois meses para ficar pronta. O processo de fabricação replica as condições naturais de temperatura e pressão da formação dos diamantes encontrados na natureza
A empresa The Diamond finalizou a produção do diamante feito a partir de parte das cinzas de cremação de Preta Gil, que faleceu em julho deste ano. A joia segue agora para a família Gil.
A decisão de transformar o material em uma joia partiu da própria artista, que expressou esse desejo em vida. A The Diamond, responsável pelo processo, conduziu todas as etapas em atenção à vontade deixada por ela.
A pedra foi criada integralmente no Brasil pela empresa, pioneira no país na fabricação de biodiamantes a partir de carbono presente em cinzas ou mechas de cabelo. A CEO da The Diamond, Mylena Cooper, reforça que o trabalho foi desenvolvido com métodos que reproduzem, em laboratório, as condições naturais de pressão e temperatura da formação dos diamantes encontrados na natureza.
As cinzas de cremação (ou uma pequena mecha de cabelo) são compostas basicamente por carbono, elemento químico presente na natureza e essencial à vida na Terra. O diamante é fabricado em um ambiente controlado e seguro, usando tecnologias avançadas da The Diamond que replicam as condições geológicas que formam diamantes naturais.
O carbono é submetido a alta pressão e a uma temperatura de até 1.500 ºC, transformando-se inicialmente em grafite e, depois, em cristais de diamante. Esses cristais são condensados em uma única pedra, que depois é polida e lapidada. Ao contrário do diamante formado pelo processo natural, que leva milhões de anos, o de laboratório fica pronto em cerca de três meses.
Além disso, cada diamante recebe uma certificação exclusiva, que traz não apenas o nome da pessoa homenageada, mas também a análise química do carbono utilizado e a avaliação completa pelos critérios internacionais dos 4C’s (cor, corte, clareza e quilate), assegurando autenticidade e altíssimo padrão de qualidade.
A The Diamond reforça que toda a cadeia de criação foi realizada no Brasil, desde o tratamento do material até as etapas de cristalização e lapidação. A empresa afirma que esse diferencial consolida o país no segmento de diamantes de laboratório para fins memoriais.
Diamantes produzidos em laboratório têm ganhado espaço no mercado internacional. Casas de joalheria passaram a desenvolver coleções exclusivas com esse tipo de pedra. No caso dos biodiamantes, o apelo está associado ao caráter afetivo e à possibilidade de preservar a memória de uma pessoa de forma duradoura.
A empresa explica que uma pequena quantidade de cinzas ou uma mecha de cabelo são suficientes para produzir um diamante (em cremações de corpos adultos, o resultado final são cerca de 2 quilos de cinzas).
Essa quantidade permite que as famílias destinem o restante do material para outros rituais de despedida, mantenham ou distribuam parte das cinzas, ou ainda realizem homenagens complementares.
@metropolesfun Preta Gil, que morr3u em julho deste ano após complicações de um câncer no intestino, havia expressado aos amigos o desejo de ter parte de suas cinzas transformada em diamantes. O pedido foi cumprido recentemente, como mostrou o Fantástico nesse domingo (23/11). #EntretêNews %u266C som original - Metrópoles Fun