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Poliana Rocha curte análise psicológica sobre Virginia: 'Não sabe receber'

Isabella Zielk aproveitou relato da apresentadora do SBT para desenvolver reflexão psicológica sobre a ausência de afeto

montagem de fotos reprodução Instagram
Poliana Rocha reage à análise sobre Virginia Fonseca
Redação Entretenimento clock 07/11/2025 08:40
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Poliana Rocha chamou atenção nas redes sociais após curtir uma análise feita por uma influenciadora sobre uma fala de sua ex-nora, Virginia Fonseca. A empresária havia relembrado, em uma entrevista recente, a relação difícil que teve com o pai, Mário Serrão, falecido em 2021.

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A criadora de conteúdo Isabella Zielk aproveitou o relato para desenvolver uma reflexão psicológica sobre como a ausência de afeto paterno pode influenciar comportamentos amorosos na vida adulta.

Na avaliação, Isabella relacionou a fala de Virginia a padrões emocionais repetidos por mulheres que cresceram sem demonstrações de carinho dos pais. Em seu conteúdo, ela incluiu imagens de Zé Felipe, ex-marido da influenciadora, e de Vini Jr., atual namorado da empresária, para ilustrar diferentes "tipos de amor" vividos por Virginia.

Durante o relato, a influenciadora abriu o coração ao falar da infância. "Minha relação com meu pai era muito ruim, no início. Sim, a nossa relação foi melhorar quando eu fui morar sozinha. Porque meu pai, ele era muito grosso, ele era português e ele era muito mente fechada. E ele era muito bravo, muito grosso, participou da guerra", contou Virginia ao relembrar a convivência com Mário.

Ela ainda explicou que o pai tinha traumas profundos e não costumava demonstrar afeto. "Então ele tinha alguns traumas, e ele não era de dar carinho. Então isso me deixava muito brava com ele. Eu não conseguia aceitar essa relação dele comigo. Porque, tipo, o que eu pedisse para ele, ele me dava. Mas carinho, afeto, nada, nada. Então, tipo, eu falava que minha mãe odeia meu pai", recordou.

Na análise publicada nas redes, Isabella comentou a fala da empresária com um olhar terapêutico. "Quando uma mulher cresce sem o afeto do pai, o carinho vira desconforto. O amor fácil parece estranho, e o homem que demonstra interesse, ela rejeita. Mas aquele que é frio, que não dá atenção e que parece distante, esse ela quer. Porque é familiar, é o mesmo tipo de amor que ela aprendeu lá na infância", escreveu a influenciadora.

Ela aprofundou a reflexão ao destacar como essa busca inconsciente por amor difícil pode moldar relacionamentos.
 
"O que precisa ser conquistado. O pai não olhava, não elogiava e não abraçava. E a mente dela gravou que, para ser amada, ela precisa se esforçar. Então, quando aparece um homem que dá tudo sem que ela precise lutar, ela não sabe receber. Ela revirava o olho pro ex que abraçava e beijava demais, mas hoje se contenta com aquele que abraça com a mão no bolso. Não é sobre o homem, é sobre o padrão", pontuou Isabella.

Segundo ela, essa dinâmica emocional poderia ajudar a compreender o fim do casamento de Virginia com Zé Felipe.
 
"Ela não se sente viva com o amor tranquilo. Ela se sente viva com o amor difícil, porque é ali que a ferida dela respira. E até ela entender isso, vai continuar confundindo emoção com apego, carinho com fraqueza e frieza com amor. Talvez tenham outras coisas envolvidas nessa separação da Virgínia, mas é assim que geralmente as mulheres que têm feridas com o pai funcionam", analisou.

Encerrando sua reflexão, a influenciadora destacou a repetição inconsciente desses padrões afetivos.
 
"Quando o pai é frio, o afeto vira ameaça. A mente associa frieza com segurança. Carinho com desconforto. E repete o padrão sem perceber. Então, ela troca o homem que a amava pelo qual mal a olha. Não porque gosta de sofrer, mas porque tenta curar, no presente, o amor que não teve no passado. Não é sobre escolha, é sobre ferida. E enquanto ela não entende isso, o amor saudável sempre vai parecer 'sem graça'", concluiu.
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