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A cantora paraense detalha a transformação do corpo, a reconciliação com a comida e o cuidado com a saúde mental
Divulgação TV Globo
Gaby Amarantos surge em nova fase: mais saudável, confiante e cheia de energia, algo que, segundo a cantora, faltava na juventude. A artista paraense transformou o corpo, perdeu quase 40kg e reformulou hábitos, redescobrindo o prazer de se sentir bem consigo mesma. "Estava com dificuldade de locomoção, com a saúde bem debilitada e num relacionamento que já não me fazia bem. Deu pra mim'", relatou à Glamour Brasil.
Na edição de outubro da revista, Gaby também falou sobre o término do casamento com o fotógrafo Gareth Jones e respondeu às críticas de quem afirmou que ela "traiu uma bandeira" ao mudar o corpo. "Não tenho que sustentar discurso nenhum, tenho que sustentar a minha saúde", declarou a cantora.
Ela ainda abriu o coração sobre os anos em que enfrentou distúrbios alimentares e garantiu que hoje fez "as pazes" com a comida. "Comecei a criar uma relação muito tóxica com o alimento e, da bulimia, desenvolvi uma compulsão. Hoje ela [comida] virou minha amiga, me nutre e nutre meu corpo", explica.
Ao comentar sobre a própria trajetória, Gaby detalhou o quanto a comida já foi fonte de conflito: "Eu via a comida como punição porque era muito cobrada. 'Ah, você não quer que eu coma? Pois eu vou comer.' Também fiz dietas malucas de todos os tipos, e a solução foi buscar ajuda na terapia alimentar. Sou de uma terra que tem uma comida tão maravilhosa, não é possível que eu estava transformando a comida em vilã."
Sobre a acusação de ter abandonado bandeiras ao mudar o corpo, Gaby foi categórica: "Não. Não traí nada e nem ninguém. Fiquei muito tempo com medo de fazer essa transformação, porque sabia que tinha um discurso para sustentar, mas depois refleti: não tenho que sustentar discurso nenhum, tenho que sustentar a minha saúde."
A cantora também comentou sobre o processo de envelhecimento: "Estou bem tranquila com isso, não fico mentindo a idade, não fico nessa prisão. Ser uma mulher da Amazônia me traz um lugar de juventude perene. A gente passa uma banha de tartaruga aqui, tem uns negocinhos que a mamãe ensinou também (risos). Receitinhas da floresta que a gente faz e dá certo."
E sobre estética, Gaby revelou preferência por intervenções discretas: "Gosto muito de procedimentos menos invasivos. Faço laser, estimulador de colágeno, mas nada que mude a cara. Mas se quiser um dia mudar, tudo bem, não sou contra nada. Tenho o privilégio de ter essa genética afroindígena. Não imprimo uma garotinha de 18 anos, mas imprimo um mulherão. E isso me deixa muito, muito feliz, porque a indústria coloca prazo de validade na gente, principalmente na mulher."
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