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João Gomes relata tiroteio inesperado no Rio: 'Começaram a atirar do nada'

Cantor revela susto durante megaoperação policial na Zona Norte e comenta possibilidade de se mudar para a cidade

João Gomes Reprodução Instagram
João Gomes durante passagem por ruas desertas do Rio em meio à megaoperação policial
Redação Entretenimento clock 29/10/2025 08:22
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cantor João Gomes comentou, na noite desta terça-feira (28/10), o momento de tensão vivido durante uma operação policial contra o tráfico no Rio de Janeiro. No último domingo (26/10), ele se apresentou nos Arcos da Lapa e conversou com Monique Arruda, do portal LeoDias, sobre a possibilidade de se mudar para a cidade.

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Natural de Serrita e criado em Petrolina, em Pernambuco, João explicou que estava acompanhado do assessor quando avistou uma motocicleta com atitudes suspeitas: "Eu saí no carro e veio uma moto assim. A gente não entendeu por que uma turma estava pedindo para a gente voltar", relatou.

 

 

 

O cantor de 23 anos detalhou o susto: "Mas esses caras começaram a atirar do nada, velho. Meu Deus do céu. Que negócio do caramba, velho. Aí os meninos esperaram um pouco lá, porque a gente foi de van. Os meninos esperaram. Então, doido. Que bizarro, velho. Que loucura, velho". Ele não revelou a região exata da ocorrência, mas disse que passaram por avenidas desertas durante o trajeto.

 

João está na cidade carioca com a família desde a gravação de seu novo DVD na Lapa. Nos bastidores, comentou sobre a admiração pela cidade e a chance de se mudar: "É brincadeira, mas a gente se sente acolhido. Estamos pertinho da Gávea e vemos aquela pedra gigante... entram os guaxinim dentro de casa, o menino amou o quintalzão. A gente trabalha muito, e estamos sempre aqui no Rio para fazer uma televisão, uma coisa...", contou.

 

Ele e a esposa, Ary Mirelle, celebraram recentemente a renovação dos votos e o batizado dos filhos Jorge, de 1 ano, e Joaquim, de 1 mês, em uma cerimônia íntima aos pés do Cristo Redentor.

 

A operação policial atingiu os complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte, e resultou em 64 mortes, incluindo quatro policiais, 81 presos e a apreensão de mais de 90 fuzis.

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