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Luana Piovani rebate esposa de Justus após declaração sobre ricos

A atriz compartilhou comentário irônico nas redes sociais após Ana Paula Siebert afirmar que brasileiros "demonizam" empresários

Luana Piovani rebate Ana Paula Siebert Reprodução Instagram
Luana Piovani rebate Ana Paula Siebert após declaração polêmica
Redação Entretenimento clock 27/10/2025 10:25
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Luana Piovani 

respondeu com ironia às declarações de Ana Paula Siebert, esposa de Roberto Justus, sobre suposto preconceito contra pessoas ricas no Brasil. A atriz compartilhou nas redes sociais um comentário crítico à fala de Siebert, classificando-a como "preconceituosa".

 

Nos stories do Instagram, Piovani destacou o comentário da jornalista Laís Gouveia: "Então vou destilar meu 'preconceito': só desejo a você uma vida eterna numa escala 6x1, sem direito a botox e no único dia de folga uma casa imensa para faxinar. E sem babá para cuidar dos herdeiros. Te vira. Quero ver ter tempo livre para bostejar nas redes".

 

A polêmica começou após Ana Paula Siebert participar do podcast "Firmino Cortada", transmitido no dia 11. Durante a conversa com o influenciador, ela afirmou que os brasileiros costumam "demonizar" e "apedrejar" empresários, enquanto no exterior eles seriam vistos como fontes de inspiração. "Os empresários [em outros países], são uma fonte de inspiração, são admirados, e aqui a gente tem um grupo que olha para os empresários como demônios, como uma coisa ruim. Mas por quê? É o empresário que dá emprego, oportunidade, que tem coragem. Porque é tão apedrejado? Se ele está ostentando, é fruto do trabalho dele. O Brasil tem isso de não aplaudir o empresário", disse Siebert.

 

A influenciadora ainda reforçou que, no Brasil, pessoas abastadas sofrem preconceito e que elas deveriam servir como modelo para "buscar inspiração" e reduzir a desigualdade. "Eu amo o povo brasileiro. O Brasil tem uma coisa que lugar nenhum tem: nosso abraço, nosso amor, nossa cultura, o nosso jeito. A gente vive num país com uma desigualdade muito grande, não tem como negar isso, e é muito triste. Uns não têm o básico e outros têm demais, mas eu acho que isso tem que ser uma janela para você buscar inspiração e não para ser agredido", completou Siebert.

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