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Sandro Barros atua no apoio emocional de pacientes em momentos de crise e já acompanhou famosos como Diego Hypólito e Sérgio Hondjakoff
Divulgação
Durante o Setembro Amarelo — campanha nacional de conscientização sobre a prevenção ao suicídio e valorização da vida — ganha destaque uma profissão ainda pouco conhecida, mas que vem ganhando espaço na área da saúde mental: a de acompanhante terapêutico (AT). Voltado para auxiliar pessoas em sofrimento psíquico, o trabalho do AT se mostra fundamental em casos de depressão, ansiedade, dependência química e outros transtornos emocionais.
Conhecido por seu trabalho com pacientes em momentos de vulnerabilidade, o terapeuta Sandro Barros é um dos profissionais que têm popularizado o papel do AT no Brasil. "O acompanhante terapêutico é essencial justamente quando a pessoa está fragilizada, precisando de suporte prático e emocional para enfrentar os desafios do cotidiano e se reintegrar à vida social", explica.
Ao longo de sua carreira, Sandro já atuou ao lado de figuras públicas como Sérgio Hondjakoff, Diego Hypólito e Carlos Alberto, além de ter prestado apoio a parentes de celebridades como Antonia Fontenelle, Latino, Jesus Luz e da família Gagliasso. Nas redes sociais, ele compartilha parte dessas vivências, sempre respeitando o anonimato de pacientes que preferem manter a privacidade.
Diferente das abordagens tradicionais de terapia feitas apenas em consultório, o AT acompanha o paciente em diferentes momentos da rotina: em atividades como idas ao cinema, prática de esportes, compromissos sociais e até tarefas simples do dia a dia. O objetivo é reforçar o tratamento clínico prescrito por psicólogos e psiquiatras com apoio constante e acolhedor.
"A sobriedade não é só a ausência de álcool ou drogas. É um modo de viver, de retomar projetos, vínculos familiares e a própria saúde", afirma Sandro.
Sua trajetória pessoal também contribui para o vínculo com os pacientes. Aos 51 anos, ele soma 15 anos de sobriedade, após superar duas décadas de dependência química, com passagens por overdoses e tentativas de suicídio. Seu trabalho já foi reconhecido duas vezes pela Organização das Nações Unidas (ONU), com a medalha "Paz no Mundo".
Além do atendimento clínico, Sandro lidera o projeto Domingo Social, voltado para oferecer acolhimento e alimentação a pessoas em situação de rua. Para ele, o papel do acompanhante terapêutico vai além do cuidado técnico.
"A missão é inspirar, ajudar a ressignificar emoções, fortalecer a autoestima e mostrar que é possível reconstruir a vida. Mas o passo final é sempre do paciente. Nós apenas mostramos o caminho e entregamos as ferramentas para que a esperança volte a existir", conclui.
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