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Diogo Melim e Nanda Caroll vivem momento de terror durante assalto no RJ

O casal relatou nas redes sociais como foram cercados por criminosos armados e o impacto emocional do episódio traumático

Diogo Melim e Nanda Caroll Reprodução Instagram
Diogo Melim e Nanda Caroll falaram sobre o assalto traumático que sofreram na Barra da Tijuca, no Rio
Redação Entretenimento clock 23/09/2025 10:32
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O cantor Diogo Melim e sua esposa, a influenciadora Nanda Caroll, compartilharam no último domingo (21/9) um relato angustiante sobre um assalto à mão armada que sofreram na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O crime aconteceu na noite da última quarta-feira (17/9), enquanto voltavam de uma comemoração.

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Segundo o depoimento publicado em vídeo no Instagram, o casal foi surpreendido por quatro motos ocupadas por oito criminosos, que cercaram o veículo em um trecho onde foram obrigados a reduzir a velocidade por conta de um radar. "Apontaram armas direto para o vidro e mandaram a gente sair. Foi tudo muito rápido, mas o impacto emocional é grande", contou Diogo.

 

 

 

O cantor confessou que hesitou em sair do carro, com receio de que o caso evoluísse para um sequestro. No entanto, ao perceber que Nanda também estava deixando o veículo, decidiu agir. Por sorte, ela conseguiu manter o celular escondido no casaco. "Fiquei apreensivo porque ela ainda estava com o cinto. Mas quando vi que também ia sair, seguimos as ordens. Felizmente, ela conseguiu manter o celular escondido", relatou.

 

Nanda descreveu a experiência como um verdadeiro choque emocional, principalmente por estar há pouco tempo morando na cidade. Ela também mencionou objetos levados no assalto, como um óculos de realidade virtual recém-trazido de viagem. "Foi um terror psicológico intenso. Me senti completamente vulnerável. Em momentos assim, parece que não há ninguém para socorrer", desabafou.

 

Apesar da violência do ataque, ambos saíram fisicamente ilesos. Ainda assim, enfrentam agora as consequências emocionais e os trâmites burocráticos para recuperar os pertences. "Perdemos o carro, meu celular e a aliança. É um baque enorme, especialmente porque estamos no começo da vida a dois. Mas o mais importante é que estamos vivos", concluiu Diogo.

 

O caso reforça os desafios da segurança pública em grandes centros urbanos e levanta alertas sobre os riscos cotidianos enfrentados por moradores e visitantes.

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