reprodução Instagram Karoline Lima vence processo na Justiça contra Éder Militão
Redação Entretenimento
22/09/2025 07:59
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A medida ainda não é definitiva e corre sob segredo de Justiça. Conforme consta no processo, o pedido de revisão foi motivado por suposto descumprimento do acordo firmado entre as partes em novembro de 2022. A Quem teve acesso exclusivo aos autos.
Procurada, a defesa de Éder Militão não se manifestou até o fechamento desta reportagem. O espaço permanece disponível para eventuais esclarecimentos. Já os representantes de Karoline Lima informaram que não podem comentar o caso em razão do sigilo judicial.
O acordo original e o descumprimento
O contrato inicial estabelecia que Militão deveria pagar seis salários mínimos por mês, além de assumir despesas como babá, funcionária doméstica, escola, plano de saúde, atividades extracurriculares e motorista da filha.
Contudo, o jogador teria permanecido por cerca de um ano descumprindo parte das obrigações, mantendo apenas os seis salários mínimos e o custo com o motorista. Nesse período, Karoline teria arcado sozinha com babá, empregada, matrícula e material escolar, plano de saúde e outras necessidades.
(Pagamentos in natura são aqueles feitos por meio de bens ou serviços, em vez de dinheiro, destinados a garantir necessidades essenciais e bem-estar de quem recebe a pensão).
Gastos acima de R$ 100 mil
Com os atrasos, Karoline acionou a Justiça para transformar o acordo em uma quantia fixa em dinheiro, pedindo R$ 101 mil mensais, ou, ao menos, R$ 60 mil. Embora o pedido tenha sido negado em primeira instância, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro deu provimento ao recurso e fixou a pensão em 45 salários mínimos (R$ 68.310,00). Esse valor será válido enquanto o processo de revisão segue em andamento.
Agora, Karoline passa a receber diretamente a quantia em dinheiro e será responsável por administrar todos os pagamentos que antes estavam sob a responsabilidade do jogador.
O não cumprimento das obrigações desde janeiro de 2024 também originou um processo de execução de alimentos no valor de aproximadamente R$ 129 mil, referente às despesas não pagas. Esse processo ainda aguarda andamento judicial.
Próximos passos
O caso deve retornar à primeira instância para continuidade do julgamento do pedido principal, que busca fixar R$ 100 mil mensais. Até lá, prevalece a decisão liminar que estipula 45 salários mínimos. Ainda cabe recurso.
Outro lado
A reportagem de Quem entrou em contato com os advogados de Éder Militão para comentar a decisão, mas não houve resposta até a publicação. O espaço segue aberto. Já a equipe de Karoline reforçou: "Agradeço pelo seu contato. Infelizmente, não posso prestar nenhum esclarecimento por conta do segredo de Justiça".