reprodução Instagram Maíra Cardi abre o jogo e revela causa inesperada de parto prematuro
Redação Entretenimento
13/09/2025 11:00
"Porque eu vou ter que ter a bebê com trinta e oito semanas... Eu descobri a trombofilia, e nela eu tenho que tomar uma injeção que eu não tenho a opção de não tomar, porque ela faz com que meu sangue fique ralo para que ele não faça coágulo, para evitar que eu tenha uma parada cardíaca, uma embolia pulmonar ou um AVC", contou Maíra, abrindo o coração sobre o diagnóstico.
Riscos e cuidados
Segundo ela, o medicamento usado para tratar a trombofilia é essencial para evitar complicações graves, mas também exige atenção redobrada em casos de cirurgia ou parto.
"Só que eu corro sério risco de ter uma hemorragia. Por exemplo: eu não posso ter hemorragia, não posso sofrer um acidente ou ter que passar por uma cirurgia", esclareceu. Inclusive, revelou que terá que suspender o uso da injeção por um dia para conseguir realizar uma cirurgia dentária com segurança.
Maíra destacou ainda que o tratamento é indispensável não apenas para sua saúde, mas também para garantir a vida da filha durante a gestação.
"Porque quando dá coágulo ele impede a entrada de sangue na placenta... A mãe toma a injeção para a bebê não morrer e depois do parto para ela não morrer. Então são dois momentos diferentes", relatou.
Por que o parto será com 38 semanas?
Maíra explicou que a escolha pela 38ª semana foi recomendada por sua equipe médica como uma medida de segurança, tanto para ela quanto para a bebê.
"Por que as trinta e oito semanas? É o ideal porque ela vai estar mais madura. Eu não posso esperar o momento dela, porque vai que ela nasce agora, daqui a seis horas? Ou doze? Se eu tiver com efeito da injeção no corpo, eu morro. Eu não posso estar no efeito da injeção senão não posso ter o parto. Então, eu tenho que ter antes da hora", afirmou.