Raphinha demite o próprio pai após esposa notar sumiço de milhões de reais
Cantora e compositora teve o corpo velado nesta terça-feira (9)
Reprodução/Instagram
Velada na manhã desta terça-feira (9/9), no Rio de Janeiro, Angela Ro Ro marcou o fim de uma era na música brasileira — e o início de uma nova fase burocrática e emocional: o destino de seu patrimônio.
A cantora morreu na segunda-feira (8/9), aos 75 anos, após meses internada tratando uma infecção pulmonar. Sem herdeiros diretos ou testamento registrado, a responsabilidade pelos trâmites do enterro e demais questões pós-morte ficou nas mãos de Fernando Freitas, assessor e vizinho da artista.
“Ela, não tendo parentes imediatos, nesse momento, [sou] responsável por toda essa condição do sepultamento e todos os componentes dessa missão”, explicou ele à Quem.
Os direitos autorais pelas canções compostas e interpretadas por Angela continuam gerando receita. No entanto, o futuro desses valores ainda é incerto. “Até então, não conhecemos nenhum familiar. [Sei que] ela foi criada no Rio de Janeiro. Ela não deixou testamento nem nada disso”, reforçou Freitas.
Gravações feitas por Angela com o advogado Carlos Eduardo Lyrio, obtidas pelo portal Metrópoles, deixam claro que a cantora não pretendia beneficiar parentes com seus bens. Em um dos trechos, ela se refere aos familiares restantes como “cafajestes”.
Criada como filha única e afastada de qualquer convivência com primos ou parentes distantes, Angela nunca escondeu o desejo de evitar que seus bens fossem herdados por pessoas com quem não mantinha vínculo.
Nos áudios, ela ainda manifestava a intenção de oficializar esse desejo por meio de um testamento — o que, infelizmente, não chegou a se concretizar.
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