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Conheça brasileira rejeitada como dog walker após revelar vida dupla na web

Babi Palomas viu sua rotina mudar após clientes descobrirem seu trabalho como criadora de conteúdo adulto nas redes sociais

Conheça a mulher que trabalhava como dog walker e chocou clientes com sua vida dupla online Divulgação CO Assessoria
Conheça a brasileira que dividia a rotina de dog walker com uma vida polêmica nas redes sociais
Redação Entretenimento clock 08/09/2025 12:11
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A história de Babi Palomas, 24 anos, natural de Pindamonhangaba (SP), vem ganhando repercussão nas redes sociais após ela revelar que perdeu clientes como dog walker ao descobrirem sua vida dupla: pela manhã, cuidava e passeava com cães; online, atuava como criadora de conteúdo voltado ao público masculino.

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Apaixonada por animais desde a infância, Babi decidiu transformar esse amor em profissão em 2023, quando espalhou cartazes pela cidade oferecendo serviços de passeadora de cães. “Chorei quando vi meu primeiro cartaz na rua. Para mim, aquilo era prova de que eu estava construindo algo honesto e real”, relembra.

 

Durante meses, conseguiu conciliar as duas rotinas. Acordava cedo, pegava as guias e levava os cães para longos passeios. Mais tarde, se dedicava ao conteúdo online, que lhe garantia independência financeira. “Achei que tinha encontrado equilíbrio. As duas eram profissões sérias para mim”, afirmou.

 

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O problema começou quando uma cliente descobriu sua segunda ocupação. A dona de um bulldog francês chamado Trumpinho cancelou os serviços imediatamente. “Recebi uma mensagem dizendo que não queriam mais que eu passeasse com o cachorro porque sabiam da minha vida online. Foi como se todo o meu esforço e amor pelos cães não significassem nada”, desabafou.

 

 

 

O que mais a surpreendeu foi perceber que todas as críticas partiram de mulheres. “Eu estava pronta para ser julgada por homens, mas não por mulheres. Elas sabem como é ser criticada e controlada, e mesmo assim foram as primeiras a apontar o dedo. Isso doeu mais do que perder clientes”, lamentou.

 

Apesar do preconceito, Babi garante que não pretende abandonar o trabalho com animais. Para ela, os passeios funcionam como uma espécie de terapia. “Quando vejo os cachorros abanando o rabo, pulando de alegria, eu esqueço o julgamento. Eles não ligam para a minha vida online, só querem amor e um bom passeio”, afirmou.

 

Hoje, ela diz que não pretende escolher apenas um lado da própria trajetória. “Sou a garota que chora ao ver seu cartaz na rua e também a mulher que conquistou independência de outra forma. As duas vivem em mim, e não vou abrir mão de nenhuma.”

 

No fim das contas, ela acredita que a resposta mais sincera vem sempre dos animais. “Eles não me julgam, não perguntam quem eu sou fora dos passeios. Só querem carinho e atenção. É isso que me dá paz.”

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