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Apresentador rasgou o verbo sobre a luta pela audiência que enfrentava na atração
Reprodução/Instagram
O ator e humorista Evandro Santo, conhecido pelo icônico personagem Christian Pior no extinto "Pânico", abriu o jogo sobre os bastidores do programa que marcou época na RedeTV! e na Band.
Em entrevista a Danilo Gentili, no quadro "Roda Solta" do "The Noite", que vai ao ar nesta quinta-feira (21/8), ele relembrou a pressão por audiência e os desafios de fazer humor na TV aberta.
“Eram outros tempos de televisão. Para o Pânico ser o Pânico e alcançar bons números, tinha que ser hard”, afirmou. Segundo ele, a pressão não recaía apenas sobre um integrante, mas sobre todo o time.
“Eu não sofria sozinho: o Emílio sofria, a Band sofria, todos precisávamos manter aquele nível. Estávamos na RedeTV fazendo um humor muito difícil, mexendo com globais… Não seria fácil. Todo mundo ali saía machucado. O Pânico não era novela, era o Pânico”, recordou.
Durante a conversa, Evandro também comentou sobre sua convivência com os colegas de elenco e revelou com quem mantinha maior afinidade. Para ele, Sabrina Sato era a mais simpática, mas destacou Bola como o parceiro mais comprometido no trabalho.
“A mais gente boa é a Sabrina, mas o cara mais legal para trabalhar é o Bola. Você marca às 10h e ele chega às 9h30. Se precisar repetir dez mil vezes, ele repete”, elogiou.
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