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Influenciadora foi citada no vídeo-denúncia publicado por Felca
Reprodução/Instagram
A influenciadora paraibana Kamylinha Santos, de 17 anos, apareceu em um vídeo publicado nesta segunda-feira (18) para falar, em tom emocionado, sobre sua relação com Hytalo Santos — preso na última sexta-feira (15) sob acusações graves de tráfico de pessoas, exploração e exposição de menores em conteúdos voltados às redes sociais.
A publicação foi feita no perfil da mãe da jovem, uma vez que Kamylinha está com as redes sociais suspensas por decisão da Justiça desde o último dia 12. No vídeo, a adolescente defendeu o influenciador e o descreveu como uma figura paterna:
"Eu creio que ele é um pai para mim, e Deus não vai tirar esse amor de pai que eu vejo nele", disse, chorando.
A gravação, no entanto, não permaneceu disponível por muito tempo. Em contato com o perfil Choquei, a mãe da influenciadora revelou que a própria plataforma removeu o conteúdo.
No desabafo, Kamylinha relatou ter vivido uma infância marcada por violência doméstica e afirmou que encontrou apoio e acolhimento em Hytalo.
"Tive um genitor agressivo na minha infância, que batia na minha mãe e batia em mim. Ele [Hytalo Santos] foi o meu refúgio, me apresentou Deus e me mostrou que eu tinha um amor de pai. Eu não seria nada sem ele. Conheci amor, carinho e tive a presença real de um pai", declarou.
A jovem também disse acreditar na inocência do influenciador: "Hoje, ver tudo isso acontecendo com ele me machuca muito. Ele não faz nada disso que estão falando, que explora criança, que ele dava bebida para criança. A única coisa que ele faz é dar amor e carinho e ajudar as pessoas", afirmou.
Kamylinha foi uma das pessoas citadas indiretamente no vídeo publicado por Felca, que denunciou a suposta produção de conteúdos inapropriados com menores de idade.
A relação entre ela e Hytalo começou quando ela tinha apenas 12 anos, idade em que passou a aparecer com frequência nos vídeos do influenciador e a se apresentar como sua filha adotiva.
Antes da desativação de sua conta no Instagram, a adolescente acumulava mais de 11 milhões de seguidores.
A medida foi tomada pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, que justificou o bloqueio alegando que a menor promovia casas de aposta — o que configura infração legal.
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