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Médico dos famosos é investigado sob suspeita de desviar dinheiro do SUS

Gustavo Maratto entrou na mira da Polícia Federal e é investigado em operação que apura crimes de desvio de recursos públicos

Gustavo Maratto entrou na mira da Polícia Federal e é investigado em operação que apura crimes de desvio de recursos públicos. Reprodução/Instagram
Médico dos famosos é investigado sob suspeita de desviar dinheiro do SUS
clock 13/08/2025 18:29
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O cirurgião vascular Gustavo Marcatto, conhecido por atender diversas personalidades da televisão brasileira, está na mira da Polícia Federal.

 

Ele é um dos alvos da operação “Rastro Cirúrgico”, deflagrada nesta terça-feira (12/8), que apura suspeitas de desvio de recursos públicos e fraudes em licitações envolvendo verbas do Sistema Único de Saúde (SUS). A informação foi divulgada pelo portal G1.

Atende famosas da TV 

Com consultório em São José do Rio Preto (SP), Marcatto ganhou notoriedade por atender celebridades como Ana Hickmann, Ticiane Pinheiro, Adriane Galisteu e Luciana Gimenez.

 

No ano passado, por exemplo, a esposa do chef Edu Guedes passou por um procedimento a laser para melhorar a circulação nas pernas.

 

Já Ticiane Pinheiro também se submeteu ao mesmo tratamento e chegou a elogiar o médico, chamando-o de “um dos mais renomados do Brasil”.

 

 

Adriane Galisteu esteve na clínica em 2022. Mais recentemente, em junho deste ano, Luciana Gimenez também procurou o especialista.

 

“Eu soube que o doutor Gustavo Marcatto é o médico das estrelas e vim aqui conferir. Eu tinha umas veinhas que sempre me incomodavam. Estava com um pouco de receio, sem saber como ia ser”, relatou a apresentadora da RedeTV!.

 

 

Investigação e operação da PF

Segundo a Polícia Federal, a operação tem como foco crimes de peculato, apropriação e desvio de verbas públicas, além de fraudes em licitações e contratos administrativos. Os investigadores apuram irregularidades em serviços ligados ao SUS.

 

Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de bens no valor de R$ 5 milhões por pessoa física e jurídica envolvida. Também foram impostas medidas cautelares, incluindo o afastamento de funções públicas e a proibição de contratar com órgãos governamentais.

 

As ações ocorreram em três municípios: seis mandados foram cumpridos em Selvíria (MS), três em Aparecida do Taboado (MS) e quatro em São José do Rio Preto (SP), onde o médico atua. 

 

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