Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Cantor abriu uma investigação contra a ex-mulher por conta de uma suposta omissão de bens
Reprodução/Instagram
Zé Felipe, de 27 anos, recorreu à Justiça para garantir a partilha de bens após o fim do casamento com a influenciadora Virginia Fonseca, de 26.
O cantor entrou com um pedido formal para que sejam auditados os bens da ex-esposa, com a solicitação de bloqueio de 50% dos valores que eventualmente forem identificados em nome dela. A informação foi divulgada pela colunista Fabíola Reipert, do portal R7.
Segundo a publicação, o processo inclui a análise dos extratos bancários de Virginia, além de um levantamento detalhado de possíveis imóveis, empresas e ativos financeiros adquiridos durante os cinco anos de relacionamento.
O artista alegaria que não teve participação direta na administração do patrimônio da influenciadora ao longo do casamento, o que teria motivado dúvidas sobre eventuais omissões ou patrimônio não declarado.
A estimativa do valor total envolvido no processo gira em torno de R$%u202F200 milhões. A defesa do cantor sustenta que parte dos bens teria sido conquistada enquanto o casal ainda estava junto, embora não houvesse participação direta dele na gestão desses recursos, o que justificaria a “varredura” solicitada.
Em entrevista à revista Quem, os advogadas especialistas em Direito de Família, Bruna Kusumoto e Nardenn Porto, explicaram os desdobramentos do pedido judicial apresentado pelo sertanejo.
Segundo Bruna Kusumoto, é possível que a Justiça determine o bloqueio de até 50% dos bens identificados durante o processo, mesmo antes de uma decisão definitiva sobre a partilha.
“Trata-se de uma medida de proteção para evitar que uma das partes esconda ou transfira bens durante o andamento da ação. Se houver risco de prejuízo ao patrimônio do casal, o juiz pode agir preventivamente”, esclareceu. O objetivo é garantir que todos os bens estejam disponíveis para uma divisão justa ao final do processo.
Caso a auditoria revele que Virginia omitiu bens ou apresentou informações irregulares sobre seu patrimônio, ela pode enfrentar consequências sérias.
“Se comprovada a omissão, pode ser solicitada uma ‘sobrepartilha’, ou seja, uma nova divisão que inclua os bens não declarados”, afirmou Kusumoto.
Ainda segundo a advogada, se ficar provado que a ocultação foi proposital, Virginia poderá ser condenada a pagar indenizações por danos materiais e até morais. “A Justiça entende que esconder patrimônio fere a boa-fé e o dever de transparência entre ex-cônjuges”, completou.