Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Segundo a influencer e atleta de futsal Marcela Soares, uma cláusula do contrato exigia sigilo absoluto sobre sua profissão na internet
Reprodução/Instagram
Marcela Soares, de 21 anos, atleta e destaque nas plataformas de conteúdo adulto, recusou uma proposta de um clube europeu de futsal após se deparar com uma cláusula que a impedia de mencionar publicamente sua atuação no universo +18. Segundo ela, a exigência foi feita durante uma reunião virtual com representantes da equipe, realizada na tarde de ontem.
O contrato previa salário elevado, moradia no exterior e bônus por desempenho esportivo. No entanto, também exigia que Marcela mantivesse silêncio absoluto sobre sua produção de conteúdo sensual em plataformas como Privacy e OnlyFans enquanto defendesse o time.
“Foi contraditório. Disseram que admiravam minha história, respeitavam meu trabalho e entendiam os novos tempos da internet e do esporte... mas, no fim, queriam me calar. O clube queria minha performance, minha estética, minha audiência — mas não a minha verdade. Falaram que aceitavam minha carreira, desde que eu não falasse sobre ela”, relatou a atleta.
Marcela ganhou projeção nacional após ser dispensada por um clube brasileiro justamente por vender conteúdos sensuais. Desde então, se tornou um nome forte no mercado adulto e símbolo de uma geração que busca autonomia sobre a própria imagem.
Ela afirma que não chegou a receber a minuta do contrato. “Disfarçaram de liberdade. Diziam que o esporte é conservador e que esse tipo de assunto deveria ficar fora das quadras, mas era censura. Me chamavam de ‘influencer’ no privado e queriam que eu fosse ‘atleta recatada’ em público. Recusei na hora. Se para jogar lá eu tivesse que me apagar, prefiro continuar inteira aqui.”
Hoje, Marcela fatura até 100 vezes mais com suas plataformas do que nos tempos em que jogava profissionalmente no Brasil — onde, no início da carreira, chegou a receber R$ 500 por mês. Apesar da negativa, ela não descarta novas propostas, desde que não envolvam renúncias pessoais.
“Eu jogo, sim. Mas só onde me respeitam por completo. Meu corpo, minha história e minha voz são inseparáveis. Quem quiser só a embalagem, pode procurar outra ou assinar meu conteúdo. Por enquanto, o foco continua nas plataformas, até porque estou me recuperando de uma cirurgia no joelho”, conclui.
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