Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
A apresentadora fala sem tabus sobre autoconhecimento, brinquedos eróticos, fetiches e a liberdade de viver o prazer em todas as fases da vida
Reprodução Instagram
Monique Evans, aos 69 anos, desafia estereótipos ao afirmar que o desejo e o prazer não têm prazo de validade. Em vídeo compartilhado recentemente nas redes sociais, a apresentadora e modelo garantiu: “Fazemos amor, sim, e gostoso”, encorajando outras mulheres a redescobrirem a intimidade mesmo em relacionamentos longos, após perdas ou com o passar do tempo. Segundo ela, brinquedos eróticos também podem ser aliados valiosos nessa fase.
Sua trajetória inclui uma autodescoberta tardia. Apesar de ter iniciado a vida sexual aos 18, Monique só passou a compreender o próprio corpo e alcançar prazer de forma plena por volta dos 30. Ela mesma afirmou que, durante muitos anos, “foi muito ruim na cama” e que só teve seu primeiro orgasmo com apoio emocional e autoconhecimento. O relato ressalta a importância da autoexploração e da paciência com o processo de descobrir o que realmente proporciona prazer.
Monique também já falou sobre o uso de brinquedos sexuais sem qualquer constrangimento. Chegou a adquirir um vibrador — embora o tenha descartado por questões pessoais —, mostrando que acessórios íntimos não são exclusivos de pessoas jovens ou dentro de padrões convencionais. Ela também revelou ter tido experiências com práticas de submissão consensual e uso de cinto de castidade, sempre com leveza e bom humor.
Sua postura revela segurança e autonomia. Para Monique, autoestima, bem-estar emocional e uma parceria saudável são fundamentais para viver a sexualidade com liberdade. Ao compartilhar suas vivências, ela mostra que orgasmos múltiplos não são privilégio da juventude, mas resultado de uma conexão mais consciente com o corpo.
Ao abordar temas como desejo, fetiches e prazer sem culpa, Monique dá voz a mulheres que muitas vezes são invisibilizadas quando se fala de sexualidade. Ela representa quem se recusa a abrir mão do prazer por causa da idade, das transformações do corpo ou dos julgamentos alheios. Seu exemplo reforça que amar a si mesma e buscar prazer é, também, um gesto de coragem e empoderamento.
Ao falar abertamente sobre fetiches, dominância e experiências íntimas diversas, Monique contribui para quebrar paradigmas. A maturidade, longe de apagar o desejo, pode ser um momento de redescoberta, vivido com autonomia, consciência e prazer real. Sua trajetória reafirma que a sexualidade é contínua, plural e legítima em todas as fases da vida.