Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
Peritos afirmam que a jovem morreu em decorrência de uma hemorragia causada por fortes traumas
Reprodução/Instagram
A publicitária Juliana Marins, de 26 anos, morreu em decorrência de múltiplos traumas causados por uma queda de grande altura, segundo laudo oficial do Instituto Médico-Legal (IML) do Rio de Janeiro. O documento, elaborado com base no exame cadavérico, aponta como causa imediata a hemorragia interna provocada por lesões poliviscerais e politraumatismo, compatíveis com impacto de alta energia cinética.
Os peritos estimam que Juliana sobreviveu por até 15 minutos após o impacto, sugerindo um possível período de agonia antes do óbito. O laudo destaca ainda que pode ter ocorrido sofrimento físico e psíquico nesse intervalo, com “intenso estresse endócrino, metabólico e imunológico”.
O relatório também menciona fatores ambientais que podem ter contribuído para o estado mental da vítima, como estresse extremo, isolamento e ambiente hostil, que possivelmente dificultaram sua capacidade de raciocínio e tomada de decisão antes da queda.
Não foram identificados sinais de desnutrição, fadiga severa ou uso de drogas ilícitas. A perícia apontou ainda lesões musculares e ressecamento ocular, mas descartou indícios de agressão física anterior à queda.
A família questionou se a ausência de atendimento imediato poderia ter sido decisiva para a morte. No entanto, os peritos informaram que os elementos disponíveis não permitem uma conclusão definitiva sobre isso.
A nova perícia foi solicitada judicialmente pela família da vítima e acompanhada por um perito particular. As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil.