Raisa Carvalho/Fantástico Luana Piovani fala sobre relacionamentos, sexualidade e causa autista em entrevista emocionante
Redação Entretenimento
30/06/2025 08:28
Reconhecida por sua personalidade marcante, sinceridade afiada e opiniões sem filtros, Luana Piovani participou de um desafio especial: responder às perguntas do quadro "Posso Perguntar?", no qual pessoas dentro do espectro autista entrevistam uma personalidade.
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A atriz foi a convidada da edição exibida no último domingo (29) e, como era de se esperar, não fugiu de nenhum tema. Em uma conversa leve, emocionante e repleta de autenticidade, Luana compartilhou experiências pessoais, deu boas risadas e fez revelações surpreendentes.
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Entre os momentos mais marcantes, ela falou abertamente sobre os desafios de encontrar um parceiro ideal e relembrou antigos relacionamentos.
"Já namorei inúmeros boys lixo em sequência! E olha que sou analisada, hein? Não entendo por que eu tinha esse padrão de escolha, porque eu nunca fui ciumenta, mas a maioria era ciumenta e possessiva", afirmou.
A atriz também relatou situações incômodas vividas nessas relações: "Eu chegava feliz de um encontro com amigas e vinha aquele interrogatório: ‘Quantas cervejas você bebeu? Quem passou por lá?’. O cara que tenta te cercear já mostra que é boy lixo. E se falar que a ex é louca, então, já pode mandar passear."
Com franqueza, Luana ainda abordou sua visão sobre sexualidade: "Se eu pudesse escolher antes de nascer, teria ticado ‘homossexual’. Acho mulher mais bonita, mais cheirosa, mais humana. Mas a gente não escolhe, né? Nunca me relacionei com mulheres. Eu sou heterossexual jurada, sabe? Gosto daquela energia masculina, é um negócio."
Compromisso com a causa autista
Durante a entrevista, Luana também falou sobre sua aproximação com a causa autista. Ela contou que passou a olhar com mais atenção para o tema após um episódio de preconceito vivido por uma amiga de longa data e seu filho autista.
Hoje, a atriz mantém contato com várias amigas que têm filhos no espectro e, sempre que possível, usa sua visibilidade para dar voz às famílias atípicas.
"É uma causa que merece atenção e respeito. Se posso ajudar a dar luz a essas histórias, vou fazer isso com todo o coração", declarou.