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Uma sucessão de reviravoltas históricas levou a princesa tímida ao trono mais poderoso da Europa
A Rainha Elizabeth II entrou para a história como a monarca mais longeva do Reino Unido, mas o curioso é que ela nem deveria ter chegado ao trono. Quando nasceu, em 1926, Elizabeth Alexandra Mary Windsor estava distante da linha direta de sucessão e levava uma vida discreta ao lado da irmã Margaret, longe das exigências reais.
Tudo mudou quando o rei Edward 8º seu tio abriu mão da coroa por amor. A abdicação do trono em 1936 por Edward, que decidiu se casar com a americana divorciada Wallis Simpson, causou uma crise sem precedentes na monarquia britânica.
Seu irmão, George 6º, pai de Elizabeth, assumiu o posto às pressas, e a pequena princesa de 10 anos, até então sem grandes obrigações públicas, se tornou a herdeira direta da coroa.
Desde então, a vida de Elizabeth mudou completamente. Ela passou a viver no Palácio de Buckingham, teve a rotina moldada por protocolos reais e foi educada para um papel que jamais havia sido planejado para ela.
Ainda criança, deixou para trás qualquer possibilidade de uma juventude comum para abraçar o destino de comandar a monarquia mais famosa do mundo.
Aos 25 anos, com a morte precoce do pai, Elizabeth assumiu o trono. Seu reinado durou impressionantes 70 anos, superando até mesmo sua tataravó, a Rainha Vitória.
Apesar de ter se tornado um dos maiores ícones do século 20, muitos próximos à monarca acreditam que, se pudesse escolher, ela teria preferido uma vida no campo, longe dos holofotes, ao lado dos seus cavalos e cães.
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