Morre, aos 52 anos, filho de Chico Anysio; família se despede nas redes
Segundo o colunista Ricardo Feltrin, o episódio chamou a atenção da cúpula eclesiástica por ter gerado ampla repercussão negativa
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A confusão entre o padre Fábio de Melo e o ex-gerente de uma cafeteria em Joinville, Santa Catarina, foi parar nas instâncias mais altas da Igreja Católica. O religioso foi formalmente denunciado à Congregação para a Doutrina da Fé, no Vaticano. A queixa teria sido apresentada por um bispo catarinense que considerou a atitude do padre inadequada aos preceitos cristãos.
Segundo o colunista Ricardo Feltrin, o episódio chamou a atenção da cúpula eclesiástica por ter gerado ampla repercussão negativa. Apesar de não haver punição grave prevista, a denúncia cria um registro disciplinar que “mancha” a conduta religiosa do padre.
A Congregação, que já foi o antigo tribunal da Inquisição, ainda hoje é responsável por investigar desvios graves de comportamento entre membros da Igreja.
A polêmica começou quando o padre relatou, nas redes sociais, um episódio desconfortável com o ex-gerente Jair José Aguiar da Rosa durante uma visita à cafeteria Havanna. O caso repercutiu na internet, culminando na demissão de Jair e, depois, em um processo judicial contra o padre e a empresa. O ex-funcionário afirmou estar enfrentando depressão e precisou trancar a faculdade.
Em nota, o padre Fábio negou qualquer intenção de prejudicar o rapaz e afirmou que sua conduta sempre foi pautada no respeito. Ele ainda criticou a forma como julgamentos virtuais tomaram conta da internet e disse estar com a consciência tranquila. “Se causei dor, peço perdão. Sigo comprometido com minha missão”, declarou.
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