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Harmonização ou doença? Entenda a mudança no rosto do Padre Fabio de Melo

Descubra o motivo do rosto do religioso ter mudado nos últimos anos

Descubra o motivo do rosto do religioso ter mudado nos últimos anos Reprodução/TV Globo
Harmonização ou doença? Entenda a mudança no rosto do Padre Fabio de Melo
clock 24/05/2025 09:00
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Quem acompanha a trajetória do Padre Fábio de Melo provavelmente já percebeu que a aparência do sacerdote mudou bastante ao longo dos anos. Hoje com 54 anos, o religioso já enfrentou inúmeras críticas nas redes sociais por estar com o rosto visivelmente diferente daquele do início de sua carreira. Diante de tantos comentários, muitos sugeriram que ele teria feito procedimentos estéticos — especialmente uma possível harmonização facial. Mas afinal, o que de fato aconteceu?

 

Contrariando os rumores, Fábio de Melo garantiu que não passou por nenhum tipo de intervenção estética. Em 2022, ele revelou que o inchaço no rosto foi consequência do uso prolongado de medicamentos à base de corticoides, indicados no tratamento da Doença de Ménière e de crises de sinusite. Esse tipo de remédio pode causar retenção de líquidos, ganho de peso e alterações na fisionomia.

 

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“Usei [corticoides] durante quase dois anos seguidos, com interrupções para que o organismo descansasse, em doses altíssimas: 60 ml por dia”, contou o sacerdote em entrevista ao jornal O Dia. Desde então, ele tem negado repetidamente ter realizado qualquer procedimento estético.

 

O que é e quais os sintomas da Síndrome de Ménière? 

 

Durante participação no programa Altas Horas, da TV Globo, também em 2022, o padre abriu o coração sobre o diagnóstico da Síndrome de Ménière. A doença, rara e crônica, afeta o ouvido interno e provoca sintomas como vertigem intensa, zumbido, perda auditiva e sensação de ouvido “cheio”. O diagnóstico costuma ser feito por meio de exames de audição e ressonância magnética.

 

A causa da condição ainda não é totalmente compreendida, mas acredita-se que esteja relacionada ao acúmulo de líquido (endolinfa) no ouvido interno, alterando a pressão na região. A síndrome é considerada multifatorial, podendo ter origens genéticas, imunológicas e até ambientais. 

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