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Conheça os medicamentos que prometem emagrecimento rápido e viraram tendência entre os famosos - mas exigem atenção médica
Reprodução Instagram
Elas são discretas, vêm em formato de caneta e têm causado alvoroço nas redes sociais e nos bastidores de Hollywood. Ozempic, Wegovy e Mounjaro, originalmente criados para tratar diabetes tipo 2 e obesidade, viraram protagonistas de uma verdadeira revolução estética — tanto entre anônimos quanto celebridades. Wesley Safadão, Jojo Todynho, Maya Massafera e até Elon Musk já admitiram ter recorrido aos famosos injetáveis para dar aquele boost na balança.
Mas o que há por trás da fama dessas "canetas emagrecedoras"? Apesar do efeito em comum — o emagrecimento acelerado —, cada uma tem suas particularidades. E é aí que entra o alerta dos especialistas: não dá para sair aplicando sem orientação médica.
As diferenças entre as estrelas do momento
Segundo o nutrólogo Arthur Rocha, que acompanha de perto a ascensão desses medicamentos, Ozempic e Wegovy são "irmãos quase gêmeos": compartilham o mesmo princípio ativo, a semaglutida, que age no intestino reduzindo o apetite e controlando os níveis de açúcar no sangue. A diferença está na dosagem: o Wegovy permite doses mais altas, sendo mais indicado para casos de obesidade.
Já o queridinho Mounjaro chega com um diferencial: seu composto ativo, a tirzepatida, atua em dois receptores ao invés de um — o que o torna mais eficaz em muitos casos. "Ele costuma trazer resultados mais expressivos, principalmente em pessoas com obesidade diagnosticada ou diabetes", explica o médico.
Nem tudo são flores (ou quilos a menos)
Claro, nenhum milagre vem sem efeitos colaterais. Náuseas, fraqueza, desconforto intestinal e dor de cabeça estão entre os sintomas mais comuns, principalmente no início do tratamento. O Dr. Arthur dá a dica: nada de exagerar no prato, fuja das frituras, beba bastante água e pegue leve com o café e o álcool.
Outro mito que ele desmonta é o de que o remédio "para de funcionar" com o tempo. "A perda de peso desacelera porque o corpo muda à medida que a gordura vai embora. O medicamento continua ativo, mas o ritmo é outro", detalha. O grande vilão? O efeito sanfona, se o paciente não muda os hábitos alimentares e não inclui exercícios na rotina.
E o preço da vaidade?
Entre os três, o Mounjaro lidera em potência — e em preço também. "Ele é bem mais caro, então quem não consegue arcar com o valor pode começar com Ozempic ou Wegovy, que são mais acessíveis", orienta o nutrólogo.
Mas é bom ficar atento: esses medicamentos não são para todo mundo. Estão fora da lista para gestantes, lactantes e pessoas com histórico de câncer de tireoide, pancreatite, ou problemas graves no fígado e nos rins.
A verdadeira chave do sucesso
No fim das contas, o recado é claro: a canetinha pode ajudar, mas o esforço ainda é seu. “Esses remédios não queimam gordura sozinhos. Eles ajudam a controlar a fome, mas quem quer manter os resultados precisa mudar o estilo de vida”, reforça o Dr. Arthur. Alimentação equilibrada, exercícios (especialmente musculação) e disciplina são os verdadeiros protagonistas dessa jornada.
Porque, no fundo, o que faz milagre mesmo é o conjunto da obra.
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